terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Reitoria lança relatório da gestão sobre projetos desenvolvidos nos últimos quatro anos

O documento apresenta as principais realizações da gestão do reitor Vahan Agopyan e do vice-reitor Antonio Carlos Hernandes

A Reitoria está lançando o relatório de gestão referente ao período de 2018 a 2021. O documento apresenta as principais realizações da gestão em todas as áreas da Universidade e foi distribuído aos membros do Conselho Universitário, na sessão realizada no dia 14 de dezembro. O relatório também está disponível em versão on-line.

A publicação, elaborada pela Superintendência de Comunicação Social (SCS), está dividida em três partes principais. A primeira é dedicada aos projetos desenvolvidos na área administrativo-financeira da Universidade; as respostas dadas pela Universidade aos desafios da pandemia da covid-19 e o papel de destaque da USP nos principais rankings internacionais.

Na segunda parte estão descritas as ações das Pró-Reitorias – Graduação, Pós-Graduação, Pesquisa e Cultura e Extensão Universitária – nos últimos quatro anos. No terceiro capítulo, intitulado “USP Dinâmica”, os programas da gestão estão divididos em áreas de atuação: internacionalização, acolhimento estudantil, estímulo à inovação, informatização, parcerias, diversidade, sustentabilidade, diálogo com a sociedade e relação com a comunidade.

“O projeto gráfico do relatório foi desenhado para facilitar a leitura e destacar as principais realizações de cada área da USP e oferecer uma visão de conjunto das atividades da Universidade nesse período”, afirma o superintendente da SCS, Luiz Roberto Serrano. ‘É importante destacar que, através de QRCodes aplicados na revista, o leitor terá acesso a uma versão digital do documento, onde encontrará as íntegras dos relatórios de cada área da USP”, complementa.   Fonte: Jornal da USP - 14/12/21


terça-feira, 27 de outubro de 2020

Portal de Serviços Computacionais da USP entrará no ar no dia 27 de outubro

Novo sistema trará mais agilidade e eficiência para o dia a dia da comunidade acadêmica


A Superintendência de Tecnologia da Informação lança, no próximo dia 27 de outubro, às 15h, o novo Portal de Serviços Computacionais da USP, que trará mais agilidade e eficiência para o dia a dia da comunidade acadêmica. O evento também marcará a comemoração dos 55 anos de TI na USP.
Com o novo portal, alunos, professores e funcionários da Universidade poderão acessar todos os serviços acadêmicos e administrativos que hoje compõem os Sistemas USP, de forma personalizada, com visualização moderna e rápida, menu integrado por funções, lista de tarefas pendentes, busca e localização dos serviços por palavra-chave. O sistema funciona de forma simples e intuitiva em celulares, tablets ou computadores.
A interface atual dos serviços corporativos continuará disponível em paralelo ao novo portal para que a comunidade tenha a oportunidade de se adaptar à nova ferramenta.
Os participantes do evento poderão enviar suas perguntas e dúvidas sobre o novo sistema para este link: http://e.usp.br/perguntasportalservicos.    Fonte: Jornal da USP

terça-feira, 20 de outubro de 2020

Você conhece a USP e sabe quais serviços ela oferece à sociedade?

Universidade lança documento on-line que reúne informações sobre sua infraestrutura em diferentes cidades, que vai desde cursos a atendimento de saúde à população


P
ara que todos possam conhecer melhor a Universidade, o que ela faz e o que oferece, a USP publicou, agora em outubro, sua Carta de Serviços. Um grande inventário on-line de todos os serviços que a Universidade presta para dois públicos: sua comunidade interna e comunidade externa.
São 259 páginas nas quais é possível entender a organização da Universidade, conferir os endereços de sites de cada centro de ensino, pesquisa e apoio, além de descobrir cursos, locais de atendimentos em saúde, opções de passeios culturais e científicos etc. O melhor de tudo: quase tudo que a USP oferece é gratuito.
No texto de apresentação da publicação, o reitor da USP, Vahan Agopyan, destaca que a Universidade sempre teve a transparência das suas atividades como uma obrigação para com a sociedade que a mantém.
Dentre as grandes universidades brasileiras, foi a primeira a preparar e divulgar um anuário estatístico e a realizar e difundir avaliações internas, ambos ainda na década de 80 do século passado. Mais recentemente, foi uma das pioneiras dentre as entidades públicas de ensino a manter um portal da transparência, que está sendo continuamente aprimorado. O lançamento desta Carta de Serviços vem complementar esse conjunto de ferramentas para a difusão das nossas ações.    Saiba mais.    Fonte: Jornal da USP - 19/10/20

Ainda sabemos o que é real em meio a tanta desinformação?

Com as redes sociais repletas de notícias falsas, tem sido cada vez mais difícil decifrar o que é real em meio ao volume de mensagens que recebemos diariamente. Não à toa, em  maio, uma pesquisa da Avaaz identificou que cerca de 73% dos brasileiros acreditaram em pelo menos uma notícia falsa sobre a pandemia. Mais recente, um estudo do American Journal of Tropical Medicine and Hygiene apontou que as informações falsas (como as de uso de supostas medicações caseiras contra a covid-19, por exemplo) foram diretamente responsáveis pela morte de pelo menos 800 pessoas, além de outras 5.800 hospitalizações. Também na margem da realidade, a Inteligência Artificial tem sido usada para produzir as chamadas deepfakes, alterando vídeos principalmente para entretenimento e humor. Mais realistas conforme avança a tecnologia, porém, as deepfakes também têm sido usadas maliciosamente para enganar pessoas e influenciar eleições ao redor do mundo.   Saiba mais.   Fonte: Jornal da USP - 19/10/20

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

A pandemia enfrentada este ano mudou alguns aspectos da nossa sociedade e, de acordo com um levantamento global feito pelo LinkedIn, famosa rede social baseada nas conexões e relacionamentos profissionais, a comunicação voltou a ser uma habilidade valorizada pelo mercado de trabalho. Não é a primeira vez que essa habilidade é valorizada, já que a comunicação é parte intrínseca de diversos setores dentro de uma empresa, inclusive como qualidade de um bom líder. De qualquer forma, o contexto pandêmico do trabalho a distância trouxe novamente a necessidade da boa comunicação, principalmente para se evitar os famosos ruídos, ou seja, problemas 
relacionados à transmissão de mensagens.
Apesar de algumas pessoas terem mais facilidade ao se comunicar, o desenvolvimento dessa habilidade é possível a qualquer tipo de profissional. “A comunicação tem todo um preparo, uma série de recomendações de como você escolhe o canal mais adequado, quando que é mais interessante você escrever, por exemplo, um e-mail ou é mais interessante agendar uma reunião. Como é que você pensa a sua mensagem, qual a melhor forma de você escrever ou comunicar essa mensagem. É todo um aprendizado, e é fundamental que seja feito”, comenta Liliana Vasconcellos Guedes, professora do Departamento de Administração da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP.

Em entrevista ao Jornal da USP no Ar, Liliana explica que habilidades socioemocionais, tais como a comunicação, são competências cada vez mais estudadas nos currículos das universidades. Isso faz com que a academia prepare profissionais para esse tipo de habilidade e o próprio curso de Administração da FEA-USP conta com uma disciplina voltada a esse aprendizado, intitulada de Comunicação, Valores e Gestão de Conflitos.

Ela detalha que essa disciplina trabalha a questão de valores, para que os alunos entendam que cada pessoa é diferente, que cada uma tem valores e culturas diferentes. A partir desse entendimento, processos comunicacionais são analisados para que se trabalhe melhor a questão dos ruídos citados anteriormente, resolvendo assim possíveis conflitos gerados pela ausência de uma comunicação adequada.
Mesmo com toda evolução tecnológica, o elemento humano ainda se faz necessário quando o aspecto comunicacional entra em jogo, especialmente em profissões relacionadas ao empreendedorismo e à inovação.  Saiba mais ouvindo a entrevista completa no player acima. Fonte: Jornal da USP - 14/10/20

A pandemia enfrentada este ano mudou alguns aspectos da nossa sociedade e, de acordo com um levantamento global feito pelo LinkedIn, famosa rede social baseada nas conexões e relacionamentos profissionais, a comunicação voltou a ser uma habilidade valorizada pelo mercado de trabalho. Não é a primeira vez que essa habilidade é valorizada, já que a comunicação é parte intrínseca de diversos setores dentro de uma empresa, inclusive como qualidade de um bom líder. De qualquer forma, o contexto pandêmico do trabalho a distância trouxe novamente a necessidade da boa comunicação, principalmente para se evitar os famosos ruídos, ou seja, problemas 
relacionados à transmissão de mensagens.
Apesar de algumas pessoas terem mais facilidade ao se comunicar, o desenvolvimento dessa habilidade é possível a qualquer tipo de profissional. “A comunicação tem todo um preparo, uma série de recomendações de como você escolhe o canal mais adequado, quando que é mais interessante você escrever, por exemplo, um e-mail ou é mais interessante agendar uma reunião. Como é que você pensa a sua mensagem, qual a melhor forma de você escrever ou comunicar essa mensagem. É todo um aprendizado, e é fundamental que seja feito”, comenta Liliana Vasconcellos Guedes, professora do Departamento de Administração da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP.

Em entrevista ao Jornal da USP no Ar, Liliana explica que habilidades socioemocionais, tais como a comunicação, são competências cada vez mais estudadas nos currículos das universidades. Isso faz com que a academia prepare profissionais para esse tipo de habilidade e o próprio curso de Administração da FEA-USP conta com uma disciplina voltada a esse aprendizado, intitulada de Comunicação, Valores e Gestão de Conflitos.

Ela detalha que essa disciplina trabalha a questão de valores, para que os alunos entendam que cada pessoa é diferente, que cada uma tem valores e culturas diferentes. A partir desse entendimento, processos comunicacionais são analisados para que se trabalhe melhor a questão dos ruídos citados anteriormente, resolvendo assim possíveis conflitos gerados pela ausência de uma comunicação adequada.
Mesmo com toda evolução tecnológica, o elemento humano ainda se faz necessário quando o aspecto comunicacional entra em jogo, especialmente em profissões relacionadas ao empreendedorismo e à inovação.  Saiba mais ouvindo a entrevista completa no player acima. Fonte: Jornal da USP - 14/10/20

Eventos acontecem de 13 a 16 de outubro

Jornal da USP no Ar recebeu hoje (15) Moacyr Martucci Junior, professor titular do Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais da Escola Politécnica (Poli) da USP e vice-diretor do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP, para falar sobre o ciclo A Implantação de 5G no Brasil, evento organizado pela Poli em conjunto com o IRI e o Instituto de Estudos Avançados (IEA), com o objetivo de oferecer à sociedade brasileira subsídios para a implementação dessa nova tecnologia. 
Ele explica que as três unidades da USP decidiram criar esse fórum para pensar o 5G nos aspectos sociais, econômicos e políticos que a implantação dessa tecnologia pode trazer. “Impacta a sociedade, pois vai permitir a coleta e o recebimento de dados, de forma a melhorar a qualidade de vida das pessoas, com os dados sendo coletados com mais facilidade – o que pode também ser usado para malefícios, por isso temos de preparar a sociedade”, explica Martucci. Segundo ele, é uma tecnologia que permite conectividade aos projetos da chamada Indústria 4.0 a um custo mais baixo.
A primeira mesa de debate discutiu o porquê da implantação do 5G no Brasil. A segunda, que acontece amanhã (16), às 11h, discutirá os aspectos econômicos dessa operação. “O que mais vemos são discussões sobre as barreiras tecnológicas, mas poucas políticas públicas.” As previsões indicam um crescimento de US$ 8 trilhões no PIB mundial com a atualização dessa tecnologia. “Vamos discutir sobre, por exemplo, como usar esse recurso para o crescimento do PIB brasileiro? Qual vai ser o comportamento da indústria brasileira e como se beneficiará? A indústria do País precisa desse passo adiante, essa quarta revolução industrial pode representar um avanço importante no Brasil”, aponta o professor. 
Um ponto importante do 5G é a proteção cibernética, a qual, segundo Martucci, já vem sendo trabalhada. “Com o aumento da conectividade, o número de aplicações aumenta e a possibilidade de ataques cibernéticos também. A proteção das redes privadas é fundamental, por isso a necessidade de modelos regulatórios específicos, os quais já vêm sendo estudados pela Agência Nacional de Comunicações (Anatel).”    Fonte: Jornal da USP: 15/10/20

Tecnologia 5G e os impactos sociais, econômicos e políticos na sociedade

Jornal da USP no Ar recebeu hoje (15) Moacyr Martucci Junior, professor titular do Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais da Escola Politécnica (Poli) da USP e vice-diretor do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP, para falar sobre o ciclo A Implantação de 5G no Brasil, evento organizado pela Poli em conjunto com o IRI e o Instituto de Estudos Avançados (IEA), com o objetivo de oferecer à sociedade brasileira subsídios para a implementação dessa nova tecnologia. 
Ele explica que as três unidades da USP decidiram criar esse fórum para pensar o 5G nos aspectos sociais, econômicos e políticos que a implantação dessa tecnologia pode trazer. “Impacta a sociedade, pois vai permitir a coleta e o recebimento de dados, de forma a melhorar a qualidade de vida das pessoas, com os dados sendo coletados com mais facilidade – o que pode também ser usado para malefícios, por isso temos de preparar a sociedade”, explica Martucci. Segundo ele, é uma tecnologia que permite conectividade aos projetos da chamada Indústria 4.0 a um custo mais baixo.
A primeira mesa de debate discutiu o porquê da implantação do 5G no Brasil. A segunda, que acontece amanhã (16), às 11h, discutirá os aspectos econômicos dessa operação. “O que mais vemos são discussões sobre as barreiras tecnológicas, mas poucas políticas públicas.” As previsões indicam um crescimento de US$ 8 trilhões no PIB mundial com a atualização dessa tecnologia. “Vamos discutir sobre, por exemplo, como usar esse recurso para o crescimento do PIB brasileiro? Qual vai ser o comportamento da indústria brasileira e como se beneficiará? A indústria do País precisa desse passo adiante, essa quarta revolução industrial pode representar um avanço importante no Brasil”, aponta o professor. 
Um ponto importante do 5G é a proteção cibernética, a qual, segundo Martucci, já vem sendo trabalhada. “Com o aumento da conectividade, o número de aplicações aumenta e a possibilidade de ataques cibernéticos também. A proteção das redes privadas é fundamental, por isso a necessidade de modelos regulatórios específicos, os quais já vêm sendo estudados pela Agência Nacional de Comunicações (Anatel).”    Fonte: Jornal da USP: 15/10/20

Dia dos Professores terá debate on-line sobre ensino superior público

Pró-reitores de Graduação da Unesp, Unicamp e USP apresentam os desafios da educação nas universidades públicas


Os desafios que a pandemia impôs ao ensino superior e quais as perspectivas para o pós-pandemia serão o tema do debate que a TV Unesp vai transmitir no dia 15 de outubro, a partir das 9 horas. O evento celebra o Dia do Professor e terá os pró-reitores das três universidades públicas paulistas como convidados: Edmund Chada Baracat, da USP; Gladis Massini-Cagliari, da Unesp; e Eliana Martorano Amaral, da Unicamp. Além da excelência no ensino público, as três universidades são importantes centros de
formação de educadores.
O evento será transmitido pelo link tv.unesp.br/live e pelos canais da TV Unesp em Bauru (46.1 em sinal aberto e 518 NET/Claro), Botucatu (13 NET/Claro) e Marília (19 NET/Claro). 


Dia dos Professores terá debate on-line sobre ensino superior público

Pró-reitores de Graduação da Unesp, Unicamp e USP apresentam os desafios da educação nas universidades públicas


Os desafios que a pandemia impôs ao ensino superior e quais as perspectivas para o pós-pandemia serão o tema do debate que a TV Unesp vai transmitir no dia 15 de outubro, a partir das 9 horas. O evento celebra o Dia do Professor e terá os pró-reitores das três universidades públicas paulistas como convidados: Edmund Chada Baracat, da USP; Gladis Massini-Cagliari, da Unesp; e Eliana Martorano Amaral, da Unicamp. Além da excelência no ensino público, as três universidades são importantes centros de
formação de educadores.
O evento será transmitido pelo link tv.unesp.br/live e pelos canais da TV Unesp em Bauru (46.1 em sinal aberto e 518 NET/Claro), Botucatu (13 NET/Claro) e Marília (19 NET/Claro). 


Na 52ª posição, USP é a melhor latino-americana no NTU Ranking

A USP é a 52ª melhor universidade do mundo, de acordo com o Performance Ranking of Scientific Papers for World Universities 2020, divulgado no dia 10 de outubro pela Universidade Nacional de Taiwan (NTU, na sigla em inglês). A Universidade segue como a instituição latino-americana mais bem classificada.
A primeira colocada foi a Universidade de Harvard (EUA), seguida pela Universidade de Stanford (EUA) e pela Universidade de Toronto (Canadá).
Outras cinco instituições brasileiras foram classificadas entre as 500 melhores no ranking geral: a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), classificada em 319º lugar; a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), em 394º; a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 403º; a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em 448º; e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em 467º.
Nesse ranking, que também avalia as instituições por área do conhecimento, a USP manteve-se entre as 200 melhores nos seis campos avaliados: em Agricultura (6ª posição), em Ciências da Vida (44ª), em Medicina (73ª), em Ciências Naturais (78ª), em Ciências Sociais (123ª) e em Engenharia (169ª).   Leia mais.     Fonte: Jornal da USP - 13/10/20

USP dá início às atividades do mais moderno Centro de Inteligência Artificial do Brasil

Projeto é resultado da parceria com a IBM e a Fapesp para implementar o mais moderno centro dedicado ao desenvolvimento de estudos e à pesquisa de ponta em IA

USP, em parceria com a IBM e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), dá início hoje, dia 13 de outubro, às atividades do mais moderno 
Centro de Inteligência Artificial (C4AI) do Brasil, dedicado ao desenvolvimento de estudos e à pesquisa de ponta em IA para endereçar temas de grande impacto social e econômico. O novo centro terá sede no prédio do Centro de Pesquisa e Inovação InovaUSP, localizado no campus da USP em São Paulo.
O C4AI terá foco inicial em cinco grandes desafios relacionados à saúde, meio ambiente, cadeia de produção de alimentos, futuro do trabalho e no desenvolvimento de tecnologias de Processamento de Linguagem Natural em Português, procurando maneiras de melhorar o bem-estar humano e apoiar iniciativas para diversidade e inclusão.
Em paralelo, três comitês de acompanhamento serão criados para promover temas de interesse comum do País, com foco na indústria, ciência e sociedade. Esses comitês visam a ampliar esses cinco desafios iniciais e conferir a eles uma aplicação real que seja útil para as empresas e a sociedade brasileira.
“Esta é a realização de um projeto estratégico da Universidade de São Paulo, que considera a área de Inteligência Artificial obrigatória para acompanhar e participar dos desenvolvimentos que dominarão, com suas múltiplas aplicações, a sociedade moderna. A Pró-Reitoria de Pesquisa se sente vitoriosa por participar desse esforço tão bem-sucedido que é a criação de um Centro de Inteligência Artificial, agregando competências disseminadas na USP. Que esse seja apenas o começo de grandes transformações, como, de fato, esperamos”, destaca o pró-reitor de Pesquisa da USP, Sylvio Canuto.
O reitor da USP, Vahan Agopyan, também destaca que essa é “uma conquista institucional, que teve início com o projeto da Pró-Reitoria de Pesquisa em investir em projetos dessa natureza, encorajando diferentes grupos a trabalharem juntos, com o apoio essencial da IBM e da Fapesp”.  Leia sobre os cinco grandes desafios iniciais.    Fonte: Jornal da USP - 13/10/20


USP dá início às atividades do mais moderno Centro de Inteligência Artificial do Brasil

Projeto é resultado da parceria com a IBM e a Fapesp para implementar o mais moderno centro dedicado ao desenvolvimento de estudos e à pesquisa de ponta em IA

USP, em parceria com a IBM e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), dá início hoje, dia 13 de outubro, às atividades do mais moderno 
Centro de Inteligência Artificial (C4AI) do Brasil, dedicado ao desenvolvimento de estudos e à pesquisa de ponta em IA para endereçar temas de grande impacto social e econômico. O novo centro terá sede no prédio do Centro de Pesquisa e Inovação InovaUSP, localizado no campus da USP em São Paulo.
O C4AI terá foco inicial em cinco grandes desafios relacionados à saúde, meio ambiente, cadeia de produção de alimentos, futuro do trabalho e no desenvolvimento de tecnologias de Processamento de Linguagem Natural em Português, procurando maneiras de melhorar o bem-estar humano e apoiar iniciativas para diversidade e inclusão.
Em paralelo, três comitês de acompanhamento serão criados para promover temas de interesse comum do País, com foco na indústria, ciência e sociedade. Esses comitês visam a ampliar esses cinco desafios iniciais e conferir a eles uma aplicação real que seja útil para as empresas e a sociedade brasileira.
“Esta é a realização de um projeto estratégico da Universidade de São Paulo, que considera a área de Inteligência Artificial obrigatória para acompanhar e participar dos desenvolvimentos que dominarão, com suas múltiplas aplicações, a sociedade moderna. A Pró-Reitoria de Pesquisa se sente vitoriosa por participar desse esforço tão bem-sucedido que é a criação de um Centro de Inteligência Artificial, agregando competências disseminadas na USP. Que esse seja apenas o começo de grandes transformações, como, de fato, esperamos”, destaca o pró-reitor de Pesquisa da USP, Sylvio Canuto.
O reitor da USP, Vahan Agopyan, também destaca que essa é “uma conquista institucional, que teve início com o projeto da Pró-Reitoria de Pesquisa em investir em projetos dessa natureza, encorajando diferentes grupos a trabalharem juntos, com o apoio essencial da IBM e da Fapesp”.  Leia sobre os cinco grandes desafios iniciais.    Fonte: Jornal da USP - 13/10/20


quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Reator utiliza luz ultravioleta para descontaminar vegetais

Um reator capaz de descontaminar vegetais foi desenvolvido em uma pesquisa feita no Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP. O equipamento, que foi feito a partir de tecnologia totalmente brasileira, utiliza a luz ultravioleta (UV) para desativar microrganismos nocivos à saúde humana. Um artigo acerca do estudo foi publicado na revista científica Journal of Applied Chemistry em dezembro de 2019.
A ideia para construir o reator surgiu a partir da demanda de uma empresa de alimentos no México chamada La Hacienda, que estava tendo problemas na área de contaminação. As dificuldades, que incluíam uso excessivo de agentes químicos, comprometeram as exportações para a Europa, por exemplo. Então, um grupo de empresários convidou o professor Vanderlei Bagnato, do Grupo de Óptica do IFSC, e o engenheiro de alimentos Bruno Pereira de Oliveira para conhecer a planta produtiva da empresa e fazer uma parceria.  
Saiba mais.    Fonte: Jornal da USP - 29/09/20

terça-feira, 29 de setembro de 2020

ScienceDirect eBooks trial ampliado até 30 de outubro

                               

Apresentação e slides de webinários já disponíveis

                            

O que eu aprendi dando aulas teóricas on-line durante a pandemia

A pandemia de covid-19 me fez interagir com os estudantes de uma maneira diferente. O olho-no-olho se transformou em tela-na-tela e, no começo, a única coisa que eu queria era ensinar da mesma forma que eu fazia presencialmente. Depois de seis meses, descobri que esse era o objetivo errado. Esse artigo relata o que eu aprendi tentando ensinar superando as dificuldades impostas pelo distanciamento social. Eu não sou um educador no sentido stricto da palavra. Sou um químico curioso que quer expressar algumas ideias que podem ressonar em pessoas que, como eu, gostam de ensinar.
Eu aprendi a preparar aulas mais envolventes. Não me entenda mal. Eu sempre preparo a aula, mesmo as que já dei muitas vezes antes. Mas o isolamento me forçou a gravar as aulas e as minhas aulas gravadas eram (e talvez ainda sejam) chatas – muito chatas. Então, procurei exemplos de aulas no YouTube. Quanto mais curta, direta e clara a aula, mais vontade eu tinha de explorar o assunto. O problema é que as minhas aulas não foram preparadas para 20 minutos, elas sempre duravam pelo menos o triplo desse tempo. Condensar uma aula de química de uma hora em 20 minutos de vídeo não me pareceu ser a forma mais adequada de preservar a integridade psicológica dos espectadores. O caminho que eu encontrei foi separar as aulas em perguntas simples que permitiam apresentar conceitos mínimos, uma de cada vez, mas de forma integrada. Uma aula, um conceito. Várias aulas, uma ideia. Durante esse processo, eu tive que abrir mão de inúmeros detalhes que eu ensinava nas aulas presenciais e isso acabou sendo… bom. Esses conceitos foram, felizmente, descobertos pelos estudantes e se transformaram nas perguntas certas.   Leia a íntegra do texto.    Fonte: Jornal da USP -  28/09/20 

Você já foi vítima de “zoombombing”?

O professor Fernando Redigolo explica que esse fenômeno, recente, trata das vulnerabilidades que resultam em invasões a videoconferências e podem ser evitadas com ajustes na configuração

O uso de plataformas de videochamadas cresceu exponencialmente com a pandemia e a necessidade do home office e ensino a distância. Com isso, a segurança do usuário se tornou uma questão importante. Um fenômeno recente, apelidado de zoombombing, diz respeito a invasões desses encontros on-line e podem ser evitadas, na maioria das vezes, apenas ajustando as configurações da reunião.

O professor Fernando Redigolo, que também é pesquisador sênior do Laboratório de Arquitetura e Redes de Computadores do Departamento de Engenharia da Computação e Sistemas Digitais da Escola da Politécnica da USP, conta que é necessário conhecer as plataformas e as melhores formas de usá-las, considerando o tipo de encontro virtual. De forma geral, “colocar senha ou usar a ferramenta de sala de espera, na qual o convidado precisa ser aprovado pelo criador da reunião antes de entrar de fato, já ajudam a ter mais controle dos participantes e garantir maior segurança”, de acordo com o especialista.

Ao analisar a fundo as configurações de plataformas como Zoom e Google Meet, Redigolo também elaborou um guia público que auxilia na criação de uma videoconferência mais segura. Para ter acesso, basta clicar neste link.  Saiba mais ouvindo a matéria na íntegra.  

Fonte: Jornal da USP - 28/09/20


segunda-feira, 28 de setembro de 2020


Mais de 100 títulos da World Scientific Publishing disponíveis para consulta

O Portal de Periódicos CAPES disponibiliza aos usuários da comunidade acadêmico-científica brasileira a base de dados da World Scientific Publishing. São mais de 100 periódicos em texto completo, com período de cobertura que varia de 2001 até o presente. Os títulos são especializados em Medicina, Engenharias, Física, Economia e Ciências da Computação.

Ao entrar na base, o usuário encontra dicas do editor para ampliar a experiência de pesquisa. Além de inserir palavras-chave relevantes, conferir se os termos estão escritos corretamente e experimentar termos diversos relacionados a um mesmo assunto (e expressões gerais), existem ainda outras instruções que impactam na recuperação de resultados.
O editor também orienta sobre buscas booleanas, como utilizar aspas para pesquisar frases exatas, formas de uso de ponto de interrogação ou asterisco como curingas para otimizar os resultados e formato correto para inserção do DOI (Digital Object Identifier) na busca.
A World Scientific Publishing foi criada em 1981 e publica cerca de 600 novos títulos por ano, além de 130 periódicos em vários campos. Muitas obras da editora são adotadas por instituições internacionalmente renomadas, como as universidades de Harvard, Stanford e Princeton.
Para visualizar o conteúdo da editora, os usuários têm duas alternativas: acessar o link de pesquisa buscar base – e utilizar o termo de consulta “World Scientific” – ou selecionar o Editor/Fornecedor “World Scientific Publishing” na opção buscar periódico.    
Fonte: Portal de Periódicos CAPES - 28/09/20