domingo, 16 de agosto de 2020


                         Dicionário de Antônimos: http://www.antonimos.com.br/
                          Dicionário de Sinônimos: https://www.sinonimos.com.br/
                          Contador de palavras repetidas: http://linguistica.insite.com.br/corpus.php
                          Corretor ortográfico online: 
https://goo.gl/gz8LDn

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

O perfil de cada laboratório público define a intensidade de sua produção científica e tecnológica


Laboratórios públicos ligados a universidades, com equipes formadas predominantemente por estudantes de pós-graduação, tendem a produzir mais artigos científicos, enquanto instalações estabelecidas fora do ambiente universitário, com times compostos sobretudo por técnicos, depositam mais pedidos de patentes. A conclusão é de pesquisadores da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (Fearp-USP), que analisaram centenas de laboratórios do país e mapearam sua produção científica e tecnológica. “O objetivo foi tentar compreender como diferentes modelos de laboratórios estavam relacionados à produtividade científica e tecnológica”, explica Alexandre Dias, um dos autores do estudo apresentando os resultados, publicado em dezembro na Economics of Innovation and New Technology.
Dias iniciou suas análises no doutorado, concluído em 2017 sob orientação do economista Sérgio Kannebley Júnior, da Fearp-USP. Os pesquisadores se basearam em dados produzidos a partir de um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em 2014 acerca de 1.760 laboratórios atuando nas áreas de engenharias, ciências exatas e da Terra, biológicas, agrícolas, da saúde e multidisciplinares. À época, o estudo do Ipea verificou que a infraestrutura de pesquisa no Brasil era majoritariamente formada por pequenos laboratórios ligados a universidades, nos quais trabalham, em média, quatro pesquisadores. O modelo vai na contramão de países com sistemas de ciência, tecnologia e inovação (CT&I) consolidados e que investem em grandes laboratórios franqueados a múltiplos pesquisadores.  Saiba mais.   Fonte: Pesquisa FAPESP

INFORMS: conteúdo especializado em administração e gestão empresarial

Censo da Educação Superior, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), indica que Administração está entre os cinco cursos mais procurados nos últimos anos. O Sistema de Informações Georreferenciadas (GEOCAPES) complementa a informação: os números de 2018 registram um total de 184 programas de pós-graduação na área de Administração Pública e de Empresas, Ciências Contábeis e Turismo. Um dos recursos assinados pela CAPES para o público desse segmento é a base de dados Institute for Operations Research and the Management Sciences (Informs).
Informs é uma sociedade para profissionais de pesquisa operacional, administração e análise. Sua missão é liderar o desenvolvimento, a disseminação e a implementação de conhecimento básico e aplicado em pesquisas e tecnologias, análise, administração e métodos relacionados à melhoria de processos operacionais, tomada de decisão e gestão.
O Portal de Periódicos CAPES abriga conteúdo em texto completo de 14 revistas científicas, com período de cobertura a partir de 1998, e engloba as ciências sociais aplicadas, com foco em administração de empresas, administração pública e contabilidade.
Saiba mais.    Fonte: Portal de Periódicos CAPES - 13/08/20

Reflexões sobre a minha trajetória na USP

Em comunicado, reitor Vahan Agopyan escreve sobre sua carreira na Universidade e a importância da autonomia financeira conquistada em 1989

Este texto tem caráter mais pessoal do que institucional: hoje completo 45 anos de docência formal na USP. Se contarmos meu tempo de alunado, tenho mais de 50 anos de atuação na Universidade. Por isso, peço licença para compartilhar com você essa minha experiência de vida.
Quando da minha graduação, tive a felicidade de me destacar nas duas disciplinas de Materiais de Construção, oferecidas no 5º e 6º semestres do curso de Engenharia Civil da Poli e, com isso, fui convidado a me candidatar a uma Bolsa de IC da Fapesp. Provavelmente fui um dos primeiros bolsistas de IC na Engenharia e um dos dois únicos da minha turma de 200 alunos. Fiz IC em 1973 e 1974, utilizando a infraestrutura do laboratório de uma empresa, já que não se tinha, na USP de então, esse tipo de facilidade: eram outros tempos. Essa oportunidade definiu a minha vida profissional e me conduziu para a carreira acadêmica.
Ser professor da USP não era simples para um jovem. Fui contratado no RTC, em 1975, na vaga do meu orientador que, infelizmente, faleceu precocemente. Nesse momento, como acontecia à época, entrei em uma fila para obter a mudança para RDIDP. Com a contratação, perdi a Bolsa de Mestrado da Fapesp que tinha. Meu salário no RTC, como Auxiliar de Ensino, correspondia à metade do valor dessa bolsa e, para sobreviver, trabalhei em empresa de projetos, construtora e no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), como autônomo.  Leia a íntegra do texto.    
Fonte: Jornal da USP - 13/08/20

Evento na internet busca despertar interesse científico em jovens

Projeto Clubes de Ciência tem participação de pesquisadores da USP em palestras e oficinas que buscam inspirar futuras gerações de pesquisadores com o ensino de ciências de alta qualidade

Despertar o interesse científico em jovens, por meio de oficinas, palestras e mentorias gratuitas oferecidas por pesquisadores de universidades nacionais e internacionais de excelência é o objetivo do projeto Clubes de Ciência Brasil 2020, evento que acontecerá de 10 a 12 de outubro de forma on-line. Podem participar estudantes de ensino médio e superior (até o segundo ano da graduação), que devem se inscrever de 17 de agosto a 14 de setembro no site www.clubesdeciencia.com.br para concorrer a uma das 200 vagas nos clubes deste ano (o link de inscrição estará ativo no dia 17 de agosto).
O programa é desenvolvido por cientistas da Universidade de Harvard, localizada em Massachusetts (EUA), e tem a participação de pesquisadores da USP e de outras universidades brasileiras. Durante o evento, os estudantes são estimulados a desenvolver o pensamento crítico, a criatividade e a colaboração. Nesta edição, serão oferecidos 10 clubes, com 20 alunos em cada, nas áreas de ciência e tecnologia. Para os que não forem selecionados, haverá uma ampla cobertura nas redes sociais do projeto com participação aberta e transmissão ao vivo no Youtube do primeiro dia de evento. O segundo e o terceiro dias serão no formato de hackathon, sendo fechado somente para os selecionados.
Pela USP, alguns dos participantes convidados são Natália Pasternak, do Instituto de Biociências (IB), que falará sobre a área de comunicação científica; Ricardo Galvão, do Instituto de Física (IF), que vai abordar o negacionismo da ciência; e Lucas Fonseca, engenheiro espacial formado pela USP, que vai tratar do tema da ciência e da corrida espacial.   Saiba mais.    
Fonte: Jornal da Ciência - 13/08/20



quinta-feira, 13 de agosto de 2020

Manutenção na rede da AGUIA - 14 de agosto de 2020


No dia 14 de agosto de 2020, sexta-feira, entre 8 e 19h, necessitaremos executar manutenção preventiva na rede de dados e servidores da Agência USP de Gestão da Informação Acadêmica (AGUIA) e, possivelmente, teremos instabilidades no acessos às nossas plataformas (Dedalus, Portal de Busca Integrada, ReP - Repositório da Produção USP, Portal de Revistas da USP, entre outros).  Contamos com a compreensão e colaboração de todos.    Fonte: AGUIA - 13/08/20

Pandemia interrompe educação de mais de 70% dos jovens no mundo

A crise da COVID-19 está causando um efeito devastador sobre a educação e a formação de jovens. Desde o início da pandemia, mais de 70% dos (as) jovens que estudam ou combinam os estudos com o trabalho foram adversamente afetados(as) pelo fechamento de escolas, universidades e centros de treinamento, de acordo com um estudo da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Segundo os resultados do relatório “Juventude e COVID-19: impactos sobre empregos, educação, direitos e bem-estar mental” (em inglês), 65% dos jovens relataram que sua atividade educacional foi adversamente afetada desde o início da pandemia, como consequência do período de transição do ensino presencial em sala de aula para o ensino online ou a distância durante a fase de confinamento. Apesar de seus esforços para continuar os estudos e a capacitação, metade destes jovens acredita que a conclusão dos estudos será atrasada e 9% afirmam que poderão ter que abandonar os estudos de forma definitiva.
A situação é ainda mais grave para os jovens que vivem em países de baixa renda, onde há grandes lacunas no acesso à Internet e na disponibilidade de equipamentos e, às vezes, até de espaço em casa.
Isso destaca a enorme “divisão digital” entre as regiões. Enquanto 65% dos jovens em países de alta renda puderam assistir às aulas por meio de videoconferência, a proporção de jovens que puderam prosseguir seus estudos online em países de baixa renda foi de apenas 18%.
“A pandemia está infligindo vários choques aos jovens. Ela não só destrói seus empregos e suas perspectivas profissionais, mas também compromete sua educação e seu treinamento e tem repercussões graves sobre o seu bem-estar mental. Não podemos deixar que isso aconteça”, disse diretor-geral da OIT, Guy Ryder.   Saiba mais.    Fonte: Jornal da Ciência - 13/08/20

A Geografia e o patrimônio cultural brasileiro

O Fórum Nacional de Entidades em Defesa do Patrimônio, entidade que reúne instituições de diferentes áreas do conhecimento, organiza uma agenda intensa de eventos virtuais para a Semana do Patrimônio Cultural Brasileiro, de 17 a 23 de agosto em reverência ao Dia do Patrimônio Histórico (17 de agosto). Integrando arquitetos e urbanistas, historiadores, geógrafos, antropólogos, geólogos, jornalistas, além de professores de diversas áreas de ensino e pesquisa, o fórum foi criado para fazer frente aos ataques ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Com a grave crise política e de gestão na área da cultura e patrimônio, o coletivo vem intensificando as ações e ganhando força em diferentes regiões do país.
A agenda da Semana do Patrimônio Cultural Brasileiro prevê lives e debates multissetoriais sobre a relevância de mobilizar a população para a importância da preservação do patrimônio. Na pauta, conforme indica o coordenador do Fórum e presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), Nivaldo de Andrade, também está a urgência em se debater formas de articulação local para conter o desmonte da cultura nacional.  O IAB promoverá encontro no dia XX com apresentação de cases regionais em que a ação de arquitetos e urbanistas foi essencial para a preservação do patrimônio. 
A Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) programa para o dia 18/08, às 19h, a live “Patrimônio Cultural: a luta pela memória hoje” por meio de seu canal de You Tube (Fna Federação). Segundo a presidente da FNA, Eleonora Mascia, o momento é decisivo e a sociedade civil precisa unir-se para evitar que se apague anos da história nacional. “O Fórum tem uma ação diferenciada porque integra profissionais de diversas áreas em uma causa coletiva. Nossa programação para a Semana do Patrimônio é uma forma de mostrar à sociedade a importância das políticas de preservação do patrimônio nacional. Nossa luta vai além do Iphan porque há muitas outras questões fundamentais para a valorização da memória.  Precisamos da ajuda dos profissionais envolvidos e de toda a sociedade”.    Fonte: Jornal da Ciência - 13/08/20

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Trabalho excessivo em casa pode implicar riscos para a saúde

O trabalho em casa é uma realidade cada vez mais presente no dia a dia do brasileiro, neste momento de pandemia. No entanto, se realizada de maneira incorreta, essa atividade pode causar sérios danos à saúde. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), muitas pessoas sofrem incômodos pela postura incorreta, como é o caso da dor lombar, que afeta sete em cada dez pessoas. Móveis inadequados, não adaptados para o trabalho, são os responsáveis por dores nas costas, cefaleia, fadiga e outros problemas. Por esses motivos, a postura é essencial. O médico Dennis Barbosa, ortopedista do Instituto de Ortopedia da Faculdade de Medicina da USP, lembra que, quando estamos à frente do computador, devemos “ter uma cadeira adequada, onde se consiga apoiar os pés no chão, ou em um suporte ergonômico. Quando se está digitando, o ideal é ter um apoio para os cotovelos, para os punhos e fazer a digitação só com os dedos. As costas devem estar retas, com o monitor na altura dos olhos, para não ficar com a cabeça muito abaixada ou levantada”.
O investimento em móveis planejados, seguindo recomendações para a ergonomia, pode ser uma alternativa para evitar lesões, ou até mesmo o agravamento de alguma enfermidade. Segundo o ortopedista, “o ideal é que a cadeira seja regulável na altura, no encosto, com o apoio do braço ajustável de acordo com a altura da pessoa e da mesa, porque o apoio do cotovelo é importante para não forçar o ombro”.
Ficar horas a fio digitando sem uma pausa para o descanso e para alongar o corpo também é prejudicial. A iluminação é outro cuidado necessário para não forçar a vista e ter dores de cabeça. Segundo Barbosa, “o maior problema no trabalho em casa é a pessoa não saber dosar o quanto está trabalhando. Existe uma tendência de se trabalhar muito mais quando se está em casa. O ideal é tentar manter uma rotina, da mesma maneira que faria no seu local de trabalho, respeitando seu corpo”.  Ouça o áudio.    Fonte: Jornal da USP - 12/08/20

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

Nuclear é pop! Juntos pela nuclear!

Stand Up For Nuclear Brazil é uma iniciativa anual empreendida pelo Nuclear Pride Coalition , grupo composto por diversas organizações ambientalistas & pró-nuclear, com o objetivo de desmistificar e promover a área nuclear ao redor do mundo.
Todos os anos grupos se reúnem em espaços públicos de diversas cidades para conversar sobre o tema e sua importância - sempre de uma forma interativa, divertida e educativa. Esse ano, devido à pandemia, o evento acontecerá de forma virtual e não será concentrado em apenas um dia, mas ao longo do mês de setembro. Essa é a primeira vez que o Brasil participa da iniciativa, e a data da mobilização no país será o dia 26 de setembro.
Junte-se ao movimento. Defenda o Nuclear. Este ano, durante todo o mês de setembro, todos os finais de semana em todo o mundo haverá Stand Ups. #StandUpSeason.
Fique por dentro das novidades! Siga-nos no
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terça-feira, 11 de agosto de 2020

Conselho Técnico-Científico da Capes debate critérios de avaliação

Benedito Aguiar, presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), participou do primeiro dia da 197ª reunião do Conselho Técnico-Científico da Educação Superior (CTC-ES), nesta segunda-feira, 10, por videoconferência. O encontro foi conduzido pela equipe técnica da Diretoria de Avaliação da CAPES e contou com 55 participantes na sala virtual.
Na conferência foram discutidos o calendário para Avaliação Quadrienal 2021, bem como feita uma reflexão sobre os critérios de excelência para a classificação dos Programas de Pós-Graduação com notas 6 e 7,  sem qualquer deliberação. Na ocasião, Benedito disse ter trazido à consideração do CTC apenas elementos para um amplo debate sobre o tema, que será realizado com a participação das áreas de avaliação.
O presidente destacou que o ano de 2021 será dedicado à avaliação quadrienal e à preparação do modelo multidimensional a ser implantado em 2022. Em suas observações acerca das etapas do calendário de avaliação, Aguiar frisou que as propostas discutidas na reunião precisam ser amadurecidas, assim como não ter a CAPES  a pretensão de que tenham se esgotado as possibilidades”.
O CTC-ES é um colegiado formado por diretores da CAPES e representantes de cada uma das grandes áreas do conhecimento e de associações de relevância para pós-graduação brasileira.   Fonte: CCS/CAPES – 11/08/20

Conectando o ORCID com a Plataforma Sucupira e Currículo Lattes


Uma dose de Darwin na taxonomia

Nova forma de classificar os seres vivos privilegia a história evolutiva e abandona as divisões da classificação de Lineu

Dois livros lançados em junho sistematizam uma proposta alternativa de classificar os seres vivos a partir de sua história evolutiva, de suas relações de ascendência e descendência, independentemente de suas características anatômicas e sem o emprego das tradicionais categorias taxonômicas hierárquicas, como domínios, reinos, filos, classes, ordens, famílias e gêneros. Essas divisões derivam das ideias apresentadas em meados do século XVIII em sucessivas edições da célebre obra Systema Naturae, do naturalista sueco Carl von Linné, mais conhecido como Lineu. Os defensores do PhyloCode, nome formal da iniciativa recém-proposta, consideram as categorias de matriz lineana, ainda hoje um dos pilares da taxonomia, como abstrações descoladas da realidade biológica que não fazem mais sentido diante do avanço da filogenia. Também criticam as dificuldades de incorporar a descoberta de novas espécies e revisões de suas relações de parentesco em um sistema baseado em divisões taxonômicas estanques.
“A contribuição de Lineu para a biologia foi revolucionária e notavelmente duradoura, mas ela era pré-evolucionista e antecede em um século a publicação de A origem das espécies, de Charles Darwin”, diz, em entrevista por e-mail, a Pesquisa FAPESP o biólogo norte-americano Philip Cantino, da Universidade de Ohio, um dos idealizadores do PhyloCode, ao lado do colega Kevin de Queiroz, do Museu Nacional de História Natural, de Washington, Estados Unidos. A dupla assina o livro International Code of Phylogenetic Nomenclature (PhyloCode), que contém as normas e diretrizes fundamentais da proposta. “Apesar de a aceitação quase universal da premissa de que a classificação deveria se basear em relações filogenéticas, os biólogos continuam a nomear clados [grupos de organismos que descendem de um ancestral comum] usando um sistema pré-evolutivo.” 
Saiba mais.    Fonte: Pesquisa FAPESP - ago. 2020

domingo, 9 de agosto de 2020


Expressão de interesse na implementação em larga escala do acesso aberto às revistas acadêmicas

Com base na Declaração de Berlim sobre o Acesso Aberto ao Conhecimento nas Ciências e Humanidades e no progresso alcançado até agora, estamos buscando a implementação em larga escala do acesso on-line gratuito ao uso e reutilização amplamente irrestrita de acadêmicos artigos de pesquisa.
Reconhecemos e endossamos várias maneiras de implementar o acesso aberto (OA), incluindo o desenvolvimento de novas plataformas, arquivos e repositórios de publicação de OA. Na publicação de periódicos acadêmicos, a OA ganhou um volume substancial e crescente. A maioria dos periódicos, no entanto, ainda é baseada no modelo de negócios de assinatura, com suas deficiências inerentes em termos de acesso, custo-benefício, transparência e restrições de uso.
Para obter todos os benefícios da OA e permitir uma transição suave, rápida e com orientação acadêmica, o corpus existente de revistas acadêmicas deve ser convertido de assinatura em acesso aberto. Desenvolvimentos e estudos recentes indicam que esse processo de transição pode ser realizado dentro da estrutura dos recursos atualmente disponíveis.
Saiba mais.   Fonte: Escritório de Comunicação Acadêmica da USP - 08/08/20

Repartir e multiplicar conhecimento

A crise do novo coronavírus está mudando o modo como os pesquisadores se comunicam e trabalham em conjunto, dando mais velocidade e transparência à dinâmica de produção e disseminação do conhecimento. Em meio à urgência para desenvolver vacinas e medicamentos, muitos cientistas estão compartilhando de forma instantânea seus dados de pesquisa, aquela massa de informações primárias que serve de base para as conclusões de seus estudos. Esse comportamento se enquadra em uma mobilização envolvendo governos, empresas, organizações internacionais, agências de financiamento e comunidade científica, que, para enfrentar a pandemia, passaram a promover práticas alinhadas à ciência aberta, conceito que envolve o acesso livre à informação e a construção colaborativa do conhecimento. Em maio, por exemplo, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) reforçou em um comunicado a relevância dessa estratégia no combate à Covid-19: “Em emergências globais como a pandemia do novo coronavírus, a implementação de políticas de ciência aberta remove obstáculos ao fluxo de dados e ideias de pesquisa, acelerando o ritmo de desenvolvimento do conhecimento para combater a doença”.   Saiba mais.    Fonte: Pesquisa FAPESP - ago. 2020

sexta-feira, 7 de agosto de 2020

Bibliometria: alcance amplificado

Relatório que calcula o fator de impacto de periódicos científicos evidencia evolução positiva de revistas do Brasil

O Journal Citation Reports (JCR), relatório da empresa Clarivate que avalia anualmente o impacto de milhares de revistas científicas do mundo, mostra em sua edição mais recente uma evolução positiva no desempenho dos periódicos do Brasil, apesar de dificuldades de financiamento que muitos vêm enfrentando. Entre cerca de 130 títulos do país avaliados, nove tiveram fator de impacto (FI) superior a 2. Isso significa que em 2019 os artigos publicados por eles no biênio anterior foram citados em periódicos mais do que duas vezes, em média. O número de citações é um indicador consagrado para mensurar a repercussão de um trabalho científico. A performance de 2019 repete a do ano anterior e é superior à de 2015, quando só três títulos do Brasil superaram a barreira das duas citações por artigo.
As revistas editadas por Meyers e Metzger são as únicas brasileiras que pertencem ao extrato mais influente de publicações do Journal Citation Reports, o chamado primeiro quartil, que reúne os 25% de títulos com maior fator de impacto em suas áreas. O contingente é pequeno quando comparado ao de outros países. Os Estados Unidos, com mais de 4 mil títulos no JCR, têm cerca de mil entre os de melhor desempenho. “Temos pelo menos uma dezena de publicações em condições de alcançar esse pelotão de elite em algumas áreas e deveríamos investir no crescimento da visibilidade delas para ampliar o impacto da pesquisa feita e comunicada no Brasil. A maioria tem contribuições decisivas para o avanço da pesquisa do Brasil em contextos altamente competitivos e sem condições que favoreçam o aumento rápido do fator de impacto”, afirma Abel Packer, coordenador da biblioteca SciELO Brasil, iniciativa criada pela FAPESP em 1997 que hoje reúne quase 300 revistas de acesso aberto. Entre aquelas com desempenho consolidado, destacam-se Scientia Agrícola, das ciências agrárias, e Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, da área de medicina tropical e parasitologia humana, ambas da coleção SciELO.   Saiba mais.  
Fonte: Pesquisa FAPESP - ago. 2020

Limites para a reciclagem de textos

Um grupo de pesquisadores de seis universidades dos Estados Unidos está analisando até que ponto um autor pode reutilizar trechos de sua produção acadêmica prévia em novos trabalhos sem ser acusado de plágio. Não se espera, contudo, que o esforço colaborativo produzirá um conjunto de padrões a serem seguidos por todo mundo. Uma das primeiras constatações da iniciativa, batizada de Projeto de Pesquisa sobre Reciclagem de Textos e financiada pela agência National Science Foundation, é que a percepção sobre o que é aceitável varia entre as disciplinas. “Essa prática é mais comum do que geralmente se admite, em especial nas ciências médicas e naturais, em que algumas vezes é até tacitamente esperada”, explicou Cary Moskovitz, professor do programa de escrita científica da Universidade Duke e coordenador do projeto, em um texto em seu perfil no site da universidade.
Em um estudo publicado pelo grupo na revista Learned Publishing, foram entrevistados 21 editores de revistas científicas de diversas disciplinas e apenas três deles foram categóricos em não tolerar nenhum tipo de reaproveitamento de texto em artigos. Os outros 18 informaram que, a depender do contexto e da quantidade de trechos reutilizados, não se incomodam com a prática – desses, cinco disseram que algum tipo de reciclagem chega a ser inevitável.  Saiba mais.   
Fonte: Pesquisa FAPESP - ago. 2020

O tamanho da aposta na ciência

Muitos países elevaram de forma expressiva os gastos públicos para amenizar os efeitos da pandemia, mas o reflexo desse esforço no financiamento da pesquisa sobre a Covid-19 foi desigual. Enquanto as nações mais ricas conseguiram fazer investimentos vultosos em testes de remédios e vacinas, países em desenvolvimento aplicaram pouco dinheiro novo na investigação da doença e, em situações extremas, alguns até mesmo impuseram cortes em seus sistemas de ciência, tecnologia e inovação para compensar as perdas da recessão.
A estratégia mais ambiciosa foi adotada pelos Estados Unidos. Quatro grandes pacotes econômicos na casa dos trilhões de dólares já foram aprovados para mitigar os impactos do novo coronavírus. Parte desses recursos foi incorporada ao orçamento das principais agências de fomento do país, como a Autoridade Biomédica de Pesquisa e Desenvolvimento Avançado (Barda), órgão do Departamento de Saúde e Serviços Humanos. A instituição já recebeu uma injeção de US$ 6,5 bilhões, montante 10 vezes maior do que o orçamento de 2019, de US$ 561 milhões. Os Institutos Nacionais de Saúde (NIH) receberam até agora quase US$ 3,6 bilhões. Desse total, US$ 950 milhões estão sendo destinados ao desenvolvimento de uma vacina contra a Covid-19 em parceria com a farmacêutica norte-americana Moderna.  Saiba mais.   Fonte: Pesquisa FAPESP - ago. 2020

Folheie a edição de agosto de 2020



Bibliotecas ainda fechadas para atendimento presencial


Retransmitimos mensagem sobre o atendimento presencial nas Bibliotecas e reproduzimos o item IV do Plano de readequação para o ano acadêmico 2020 1 (PRAA-2020) - Documento de nº 2.

"IV. Ambientes com potencial de aglomeração devem permanecer fechados"

Devem permanecer fechados ao público interno e externo os seguintes ambientes/órgãos:
a. Restaurantes;
b. Bibliotecas;
c. Centros Esportivos;
d. Centro Culturais;
e. Auditórios e anfiteatros;
f. Demais ambientes internos com potencial de aglomeração, a juízo do Dirigente."

Mantemo-nos à disposição.
 
Cordialmente,
  Prof. Dr. Jackson Cioni Bittencourt
  Presidente
  Agência USP de Gestão da Informação Acadêmica
  Universidade de São Paulo