terça-feira, 19 de novembro de 2019

                                                       Folheie a edição 285 da Pesquisa FAPESP


FAPESP atualiza normas para solicitação de três tipos de bolsa

A FAPESP atualizou as Normas para Apresentação e Seleção de Propostas referentes a Bolsas de Iniciação Científica, Mestrado e Doutorado Direto. As mudanças foram aprovadas em reunião do Conselho Técnico-Administrativo (CTA) realizada em 30 de outubro de 2019 e entraram em vigor nesta segunda-feira (18/11).
Entre as novidades está a exigência de apresentação da súmula curricular do candidato à bolsa no ato da inscrição – antes era solicitada apenas uma descrição das atividades já desenvolvidas. Do orientador passa a ser solicitada a inclusão de um documento contendo resultados de apoios anteriores, se houver.
Orientadores de alunos nas três modalidades devem demonstrar ter apoio e condições materiais para a plena realização do projeto proposto (da FAPESP ou de outra fonte de financiamento). Essa alteração também foi incluída nas normas para Bolsas de Doutorado.
Para as Bolsas de Mestrado e Doutorado Direto, o perfil do orientador passará a ser analisado considerando-se a experiência internacional, que será avaliada, por exemplo, por meio da participação ativa em redes internacionais de colaboração em pesquisa.
A duração inicial da Bolsa de Doutorado Direto passa de 48 para 60 meses, sem alteração da duração máxima. Além disso, passa a ser exigido do solicitante à Bolsa de Iniciação Científica um comprovante de matrícula.
As normas atualizadas podem ser conferidas na íntegra no site da FAPESP, nas seções Bolsa de Iniciação CientíficaBolsa de MestradoBolsa de Doutorado Direto. Em caso de dúvidas, o serviço Converse com a FAPESP pode ser consultado.   Fonte: Agência FAPESP - 19/11/19

segunda-feira, 18 de novembro de 2019


Nature comemora 150 anos


É de conhecimento dos usuários do Portal de Periódicos da CAPES que o acervo da biblioteca virtual contempla um amplo material da Springer Nature – editora criada em maio de 2015 através da combinação do Nature Publishing Group e da Springer Science + Business Media. Uma parte dessa soma – a Nature – acaba de alcançar a data histórica de 150 anos.
Fundada em 1869, o periódico Nature foi lançado com a missão de "apresentar ao público os grandes resultados de trabalhos e descobertas científicas" e de apoiar os pesquisadores, "dando informações antecipadas sobre todos os avanços alançados em qualquer ramo do conhecimento científico em todo o mundo".
Após 150 anos de trajetória, a publicação continua a fornecer aos leitores pesquisas originais, bem como notícias e comentários sobre ciência e sociedade, em versão impressa e on-line. A CAPES oferece aos usuários das instituições participantes do Portal de Periódicos acesso à revista científica desde 2002, contemplando conteúdo retrospectivo desde o ano de publicação 1997 até o presente.
A Nature comemora seu 150º aniversário no mesmo mês em que o Portal de Periódicos da CAPES celebra 19 anos de história. O acesso à revista científica deve ser realizado por meio do link buscar periódico, pelo nome da publicação ou pelo código ISSN 0028-0836. 
Fonte:  Portal de Periódicos da CAPES - 14/11/19






quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Presidente da Capes quer reajustar bolsas de doutorado em 2020

Em entrevista, Anderson Correia diz ainda que pretende mudar a forma de distribuição de bolsas

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) quer reajustar as bolsas de doutorado no próximo ano. A medida dependerá de disponibilidade orçamentária, mas segundo o presidente da fundação – que é ligada ao Ministério da Educação (MEC) – Anderson Ribeiro Correia, a questão “está na pauta”.
“A gente está trabalhando pesado para elevar o nosso orçamento junto com a Economia, junto ao Congresso, junto à Casa Civil, junto ao setor privado e, se a gente tiver sucesso em todas as frentes, a gente pretende, sim, elevar, no ano que vem, o valor da bolsa de doutorado. Não temos as definições ainda, mas é um plano nosso”, afirmou em entrevista exclusiva à Agência Brasil.
As bolsas de pós-graduação foram reajustadas pela última vez em 2013. Atualmente, os bolsistas de mestrado recebem, por mês, R$ 1,5 mil; os de doutorado, R$ 2,2 mil; e os de pós-doutorado, R$ 4,1 mil. Segundo Correia, a prioridade serão as bolsas de doutorado: “A bolsa de doutorado é aquela que traz mais impacto para o país”, diz.
De acordo com o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) para 2020 enviado ao Congresso Nacional, o orçamento previsto para a Capes é de R$ 2,48 bilhões. O valor é inferior aos R$ 4,25 bilhões previsto para este ano. Há ainda a possibilidade de aumento dessa previsão.
O presidente pretende ainda mudar a forma de distribuição de bolsas. A intenção é estabelecer um teto para cada programa. A quantidade máxima de bolsas ofertadas irá variar de acordo com a nota de cada programa nas avaliações da Capes; com o tamanho – maiores serão priorizados; com a modalidade – doutorados terão prioridade; e com o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da região onde a instituição de ensino está inserida. A intenção do último critério é minimizar as diferenças socioeconômicas entre as regiões do país.
Esse teto será revisto anualmente e já deverá entrar em vigor no ano que vem, impactando a distribuição de pelo menos 10 mil bolsas, de acordo com o presidente.   Íntegra da entrevista.         
Fonte: Jornal da Ciência – 12/11/19


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terça-feira, 12 de novembro de 2019

                                                                    Sobre o evento

                      
                                         Transmissão ao vivo   |    Programação                                                          

Prêmio Excelência para Novas Lideranças em Pesquisa na USP

Na sexta-feira (8), a Pró-Reitoria de Pesquisa da USP realizou a cerimônia de premiação dos selecionados no Edital Prêmio Excelência para Novas Lideranças em Pesquisa na USP, que teve o objetivo de identificar, fomentar e reconhecer a excelência para novas lideranças em pesquisas científicas entre o(a)s docentes da USP, com até 40 anos de idade, pelo impacto de sua pesquisa científica, artística ou cultural, de forma a estimular a constante evolução da pesquisa e incentivar novas lideranças na USP.
Foram concedidos 8 prêmios, um para cada grande área do conhecimento: (1) Ciências Agrárias; (2) Ciências Biológicas; (3) Ciências da Saúde; (4) Ciências Exatas e da Terra; (5) Ciências Humanas; (6) Ciências Sociais Aplicadas; (7) Engenharias e (8) Linguística, Letras e Artes.  

   Prof. Hudson Wallace Pereira de Carvalho do CENA-USP



quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Saiba mais sobre licenças Creative Commons


As Licenças Creative Commons foram criadas para dar maior flexibilidade na utilização 
de obras protegidas por direitos autorais, de modo que os conteúdos sejam utilizados amplamente, sem que as leis de proteção à propriedade intelectual sejam infringidas. As licenças indicam os tipos de permissões e acessos diferenciados. Basta indicar a opção da licença Creative Commons no processo de publicação na Internet para estabelecer as permissões de uso. Para escolher uma licença Creative Commons, o licenciador deve responder basicamente a duas perguntas simples:
(a) Quero permitir uso comercial ou não? (b) Quero permitir obras derivadas ou não?  
Leia maisFonte: AGUIA - 07/11/19

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Para acelerar a comunicação da ciência

Bioquímico propõe que pesquisadores sejam obrigados a publicar versão preliminar de artigos em repositórios públicos

Em meio a discussões para a implementação do Plano S, uma iniciativa de países europeus para tornar obrigatória até 2021 a publicação em acesso aberto de artigos financiados com recursos públicos, o bioquímico britânico Richard Sever propõe uma estratégia mais simples para tornar o conhecimento científico acessível rapidamente: 
todos os resultados de pesquisa deveriam ser disponibilizados imediatamente em servidores de preprints, repositórios abertos que reúnem versões preliminares de artigos ainda não avaliados pelos revisores de periódicos científicos. No modelo idealizado por Sever, esse requisito deveria ser obrigatório para a concessão de recursos pelas agências de fomento à pesquisa.
Sever é um dos fundadores do bioRxiv, repositório de preprints na área das ciências biológicas operado pelo Laboratório Cold Spring Harbor, nos Estados Unidos, onde é diretor assistente. Ele apresentou sua proposta, batizada de Plano U (“u” de universal), em artigo publicado em junho na PLOS Biology, ao lado de John Inglis, cofundador do bioRxiv, e Michael Eisen, um dos criadores da Public Library of Science (PLOS), que publica uma coleção de revistas de acesso aberto. Na entrevista a seguir, Sever fala como esse sistema poderia acelerar o avanço do desenvolvimento científico.  Leia mais.  Fonte: Pesquisa FAPESP - nov. 2019

Pôsteres mais simples e acessíveis ampliam potencial de divulgação de pesquisas

Apresentar pôsteres faz parte da rotina de cientistas e estudantes de pós-graduação que buscam divulgar seus trabalhos, ampliar redes de contato e estabelecer novas parcerias em eventos acadêmicos. Não se trata, contudo, de tarefa fácil, quando o objetivo é criar um pôster funcional e atraente. Preocupados em disseminar o máximo possível de informação entre seus pares, muitos pesquisadores lotam seus cartazes de gráficos, tabelas e descrições de procedimentos realizados nos estudos. Esquecem, muitas vezes, que pôsteres densos demandam muito tempo de leitura para serem efetivamente compreendidos. O uso de jargão e títulos intrincados costumam afastar o interesse até mesmo do público especializado.
Uma campanha deflagrada em junho, no Twitter, busca mudar esse cenário e a dinâmica de congressos e conferências, ao incentivar pesquisadores a elaborar pôsteres mais criativos e acessíveis. Disseminado nas mídias sociais pela hashtag #BetterPoster, o movimento foi lançado pelo norte-americano Mike Morrison, doutorando em psicologia da Universidade do Estado de Michigan, nos Estados Unidos.“Os pôsteres tradicionais têm sido elaborados como artigos científicos”, disse Morrison a Pesquisa FAPESP. “Geralmente contêm resumo, introdução, metodologia e conclusão. O formato é replicado em sessões com dezenas de pôsteres para serem vistos em apenas uma hora pelos participantes de um congresso.”
Para Morrison, o pôster ideal deve evidenciar os achados de determinado estudo. “O público deve ser capaz de aprender algo em apenas 5 segundos olhando para o cartaz”, diz. “Isso incentiva as pessoas a fazerem perguntas mais específicas e interessantes do que apenas pedir ao autor que explique do que trata sua pesquisa.” Em vídeo publicado no YouTube, no lançamento da campanha, Morrison apresentou um novo design de pôster.   Leia mais  Fonte: Pesquisa FAPESP - nov. 2019