sexta-feira, 27 de setembro de 2019

21 anos da fundação do Google: 10 coisas que talvez você não saiba sobre o buscador

Iniciada como projeto universitário de pesquisa, empresa se tornou gigante da tecnologia e domina 90% do mercado de buscadores

No processo de tornar-se o principal buscador do planeta, ele também se consolidou como uma plataforma de anúncios, um modelo de negócios e um coletor de informações pessoais. Cada vez em que você faz uma busca, o Google descobre um pouco mais sobre as suas preferências e hábitos - mas quanto você sabe sobre o Google? 
Eis alguns fatos que podem surpreender você:

1. O nome
Nome da empresa mais famosa do mundo da tecnologia começou como erro ao soletrar termo matemático. O nome Google nada mais é do que a escrita incorreta do termo matemático "googol" - o número 1 seguindo de 100 zeros. O erro acabou sendo muito usado e se tornou o nome da nova ferramenta.
2. 'Massagem nas costas'
Sistema de busca do Google tinha nome "massagem nas costas", referindo-se aos links usados para rankear as páginas. 
3. Brincadeiras
Os engenheiros do Google gostam de fazer pegadinhas em algumas buscas, e de espalhar jogos secretos. 
4. Bodes para cortar grama
Empresa diz que usar bodes para aparar a grama é melhor para o meio ambiente do que cortadores. 
5. Um negócio em crescimento
O Google é dono de mais de 70 empresas de internet, incluindo alguns dos principais serviços de mídias sociais, além do Gmail, do Google Maps, do Google Drive, do Google Chrome e outros.
6. O Doodle
A competição "Doodle 4 Google" convida estudantes americanos a redesenhar o logo da homepage do Google e premia o melhor desenho.
7. Uma oportunidade perdida
Em 1999, Larry e Sergey tentaram vender o Google por apenas US$ 1 milhão, mas não houve compradores interessados. A plataforma opera em todo o mundo em mais de 100 idiomas, respondendo a trilhões de consultas de pesquisa por ano.
8. Lema
Fundadores do Google já foram criticados por supostamente não respeitarem lema "Não seja mau" que é um dos lemas originais - e o mais famoso - da empresa.
9. Comida importa - e muito
Sempre há algo para comer nos escritórios do Google.
10. O melhor amigo
Animais domésticos precisam ser treinados especialmente para serem levados ao escritório do Google.  Fonte: BBC News Brasil - 27/09/19

Tesouro da ciência: Science Classic Archive abrange arquivos de 1880 a 1996

Quem atua no meio científico reconhece a importância de estar por dentro do que os autores mais citados do mundo estão produzindo. A revista científica Science, da American Association for the Advancement of Science (AAAS), é uma das mais procuradas por especialistas e pelo público em geral, por ser multidisciplinar e ter foco em áreas de interesse global. Dentro do conteúdo da editora oferecido pelo Portal de Periódicos da CAPES, estudantes e pesquisadores encontram um tesouro: 
o Science Classic Archive.

A coleção fornece acesso ao texto completo de publicações digitalizadas da Science desde sua primeira edição, em 1880, até 1996. “Os leitores têm na ponta dos dedos artigos importantes da história da ciência do final do século XIX até o início do século XXI, incluindo pesquisas sobre genoma humano, genes de câncer de mama e cólon e o condensado de Bose-Einstein”, indica a AAAS em sua plataforma virtual.
Dessa forma, o Science Classic atua como complemento da versão on-line da revista científica Science, que fornece acesso de 1997 à edição corrente. Os arquivos digitais estão integrados ao conteúdo atual da Science, o que facilita a pesquisa em toda a coleção. Os artigos de texto completo digitalizados estão disponíveis em formato PDF de alta resolução. As referências estão disponíveis em HTML e vinculadas dinamicamente ao texto completo, quando disponíveis.
Para acessar o conteúdo por meio do Portal de Periódicos da CAPES, os usuários devem inserir o termo de consulta “Science (AAAS)” na caixa de pesquisa da página buscar base. Ao entrar na plataforma, a coleção Science Classic Archive pode ser localizada na primeira aba do cabeçalho: Contents >> Archive.  Leia mais.  Fonte: Portal de Periódicos da CAPES - 25/09/19
O Turnitin é um software de verificação de originalidade e prevenção de plágio, que aponta para as semelhanças, entre o texto apresentado pelo aluno, os documentos existentes na base  do sistema 
e páginas da internet. A ferramenta Turnitin possui um eficiente processo de comparação de documentos em seu banco de dados que permite fornecer relatórios de originalidade em apenas alguns minutos. Possui uma base de dados comparativa com mais de 143 milhões de artigos acadêmicos, 55 bilhões de sites armazenados e 300 milhões de trabalhos de alunos. Cada docente/pesquisador credenciado em Programa de Pós-Graduação da USP receberá uma mensagem de boas vindas com as informações necessárias à configuração de sua conta de usuário no sistema Originality Check.  Fonte: Portal de Periódicos da CAPES - 26/09/19

Curso gratuito sobre biotecnologia agrícola recebe inscrições

Centro de Pesquisa em Genômica Aplicada às Mudanças Climáticas organiza a segunda edição do curso From Gene to Trait entre os dias 21 e 25 de outubro de 2019, em Campinas (SP).
O GCCRC é um Centro de Pesquisa em Engenharia (CPE) constituído pela FAPESP e pela Embrapa e está sediado na Universidade Estadual de Campinas.
O curso abarca desde as principais ferramentas de investigação da biotecnologia vegetal, como identificação de genes e microrganismos associados, até temas como marcos regulatórios e propriedade intelectual.
No programa serão abordadas técnicas como: descoberta de genes usando a bioinformática, associação genômica ampla, genômica comparativa e transcriptômica, análise de microbiomas, metagenômica, coleções de cultura de microrganismos, inoculantes sintéticos, ensaios de inoculação e edição genética.
Além da Unicamp e da Embrapa, o curso conta com a participação de profissionais do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena-USP), da Universidade Federal de Lavras (UFLA) e de empresas de biotecnologia como a LP Sementes, Corteva Agroscience, Bayer, i9Pi e o Centro de Tecnologia Canavieira.
A novidade da atual edição é a participação dos professores estrangeiros convidados Stephen Richards (Universidade da Califórnia, Estados Unidos) e Lauren Pauwels (Universidade de Ghent, Bélgica).
O público-alvo é composto por estudantes de graduação, pós-graduação e profissionais de empresas que atuam no campo da biotecnologia agrícola.
O curso é gratuito e as inscrições devem ser feitas até 5 de outubro, por formulário on-line
As aulas serão realizadas em português e em inglês na Embrapa Informática Agropecuária, situada na av. Dr. André Tosello, 209, Cidade Universitária, Campinas, SP.
Mais informações: https://bit.ly/2mZyd8h.  Fonte: Agência FAPESP – 26/09/19


terça-feira, 24 de setembro de 2019

Capes vai mudar a forma como são avaliados os cursos de pós-graduação no Brasil

Anderson Correia, presidente da agência, anunciou as mudanças em vídeo divulgado no Twitter, nessa segunda-feira


Depois de publicar um vídeo na última sexta-feira (20), questionando a qualidade da pesquisa no Brasil, o presidente da Capes, Anderson Correia, divulgou nessa segunda-feira (23) que a agência irá mudar a forma como são avaliados os cursos de pós-graduação no país.
No Twitter, após afirmar que a quantidade de mestres e doutores no Brasil é alta e que, no país, ao contrário do que ocorre nos Estados Unidos, 80% dos doutores continuam nas universidades e só 20% vão para empresas, ele disse que é preciso mudar “radicalmente” esse cenário.
“Como fazer isso? A Capes – e seus modelos de avaliação – está mudando a sistemática de medir a produção científica cobrando muito mais resultados, produtos como patentes, registro de software, criação de criação de startups, relatórios técnicos e atividades ligadas a empresas e ao setor produtivo”, afirmou.   Fonte: Jornal da Ciência - 24/09/19

Pesquisador do ICB-USP lança plataforma de compartilhamento de reagentes

O pesquisador Lucio de Freitas Junior, do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da Universidade de São Paulo (USP), lançou a plataforma virtual SocialLab para reunir e compartilhar um inventário de reagentes químicos e células existentes em laboratórios de pesquisadores de todo o Brasil.
Totalmente gratuito, o site foi desenvolvido em parceria com dois alunos do curso de Ciências Moleculares da USP, Fernando Tocantins e Matheus Morroni, com a empresa júnior Poli Júnior, da Escola Politécnica da USP, e a empresa júnior Conpec, da Universidade Estadual de Campinas. 
A ideia busca combater o desperdício de reagentes e promover o seu rápido acesso entre os cientistas brasileiros.
Atualmente, após o vencimento dos reagentes, a universidade tem a responsabilidade de eliminar esses resíduos por meio de incineração, processo caro geralmente realizado por empresas especializadas. Para incinerar os reagentes químicos, gasta-se em torno de R$ 12 por quilo, além dos gastos com transporte de resíduos perigosos e infraestrutura.
O SocialLab passa a incentivar o cientista a doar os reagentes que não estiverem mais em uso, contribuindo para acelerar a pesquisa científica no país, uma vez que o acesso a esses materiais é muito restrito em determinadas regiões.
A plataforma também garante privacidade aos usuários. Além disso, permite que o pesquisador crie um inventário de seu banco de células e que, da mesma forma, doe aquelas que não usa mais.
A intenção é trabalhar em parceria com as universidades, permitindo que os pró-reitores de pesquisa tenham acesso aos inventários.
Os interessados em participar da plataforma podem entrar em contato pelo e-mail
compartilhesocialab@gmail.com. A plataforma, lançada há menos de um mês, já tem cadastrados cerca de 100 laboratórios e vem viabilizando trocas entre eles. Em breve, esse cadastramento será feito diretamente no site, que está em fase final de ajustes.  Fonte: Agência FAPESP – 24/09/19



Mais Informações

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Conheça o guia de pesquisa sobre mudança climática

A mudança climática é a questão definidora do nosso tempo e estamos em um momento decisivo. Desde a mudança dos padrões climáticos que ameaçam a produção de alimentos até a elevação do nível do mar, que aumenta o risco de inundações catastróficas, os impactos das mudanças climáticas são de âmbito global e sem precedentes em escala. Hoje, sem uma ação drástica, a adaptação a esses impactos no futuro será mais difícil e onerosa. Gráfico do relatório United in Science, WMO, setembro de 2019
Os gases de efeito estufa ocorrem naturalmente e são essenciais para a sobrevivência dos seres humanos e milhões de outros seres vivos, impedindo que parte do calor do sol reflita de volta ao espaço e tornando a Terra habitável. Porém, após mais de um século e meio de industrialização, desmatamento e agricultura em larga escala, as quantidades de gases de efeito estufa na atmosfera aumentaram para níveis recordes nunca vistos em três milhões de anos. À medida que crescem as populações, as economias e os padrões de vida, aumenta também o nível cumulativo de emissões de gases de efeito estufa (GEE).
A ciência estabeleceu que a concentração de GEE na atmosfera da Terra está diretamente ligada à temperatura global média na Terra; a concentração tem aumentado constantemente, e as temperaturas globais médias acompanham-no desde a época da Revolução Industrial; e o GEE mais abundante, responsável por cerca de dois terços dos GEE, dióxido de carbono (CO2), é em grande parte o produto da queima de combustíveis fósseis.
O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) foi criado pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) e pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente para fornecer uma fonte objetiva de informação científica. Em 2013, o IPCC forneceu mais clareza sobre o papel das atividades humanas nas mudanças climáticas quando lançou seu Quinto Relatório de Avaliação. É categórico em sua conclusão: as mudanças climáticas são reais e as atividades humanas são a principal causa.  Fonte: United Nations

Elsevier investiga centenas de revisores por manipular citações

A editora está examinando pesquisadores que podem estar usando o processo de revisão de maneira inadequada para promover seu próprio trabalho.

A editora holandesa Elsevier está investigando centenas de pesquisadores suspeitos de manipular deliberadamente o processo de revisão por pares para aumentar seus próprios números de citações.
O editor está analisando a possibilidade de que alguns revisores incentivem os autores do trabalho em revisão a citar a própria pesquisa dos revisores em troca de críticas positivas - uma prática desaprovada, amplamente denominada citação coercitiva.
A investigação de Elsevier também revelou que vários desses revisores parecem estar envolvidos em outras práticas de publicação questionáveis ​​em estudos que eles mesmos criaram. Os analistas da Elsevier que descobriram a atividade disseram à Nature que “descobriram evidências claras da manipulação de revisão por pares” e de acadêmicos que publicam os mesmos estudos mais de uma vez. Elsevier disse que suas investigações levarão à retração de alguns desses estudos.
Mas afirmou que não será necessário retirar nenhum estudo afetado pela citação coercitiva, porque os autores não são responsáveis ​​pelo problema, e a manipulação da citação não afeta a pesquisa.   Fonte: Nature - setembro 2019

Publicação especializada em materiais perigosos faz parte do Portal de Periódicos da CAPES

Pesquisadores de áreas como biologia, ecologia, química, engenharias e outras disciplinas têm a recorrente necessidade de estar por dentro do entendimento e da mitigação de perigos e riscos de determinados materiais na saúde pública e no meio ambiente. Um dos títulos disponíveis no acervo do Portal de Periódicos da CAPES sobre o tema é o Journal of Hazardous Materials.
A classificação de produtos perigosos é definida na Instrução Complementar publicada pela Resolução ANTT Nº 5.232/2016, de acordo com informações da Associação Brasileira de Transporte e Logística de Produtos Perigosos (ABTLP). A referida resolução indica que produto perigoso é todo aquele que “tenha potencial de causar danos ou apresentar risco à saúde, segurança e meio ambiente”, a exemplo de líquidos inflamáveis, ácidos, fósforos, gases, combustíveis, materiais radioativos, entre outros.
Apesar de ser especializado em materiais perigosos, o Journal of Hazardous Materials é considerado um periódico interdisciplinar, por abranger pesquisas de alta qualidade em diversas vertentes do assunto. O volume 377, de setembro de 2019, está disponível em texto completo para usuários do Portal de Periódicos da CAPES. Além disso, pesquisadores que se interessam pelo tema podem visualizar o conteúdo de edições subsequentes até fevereiro de 2020 (ainda em progresso).
O acesso à publicação deve ser realizado por meio da opção buscar periódico do Portal, pelo nome “Journal of Hazardous Materials” ou pelo código ISSN 0304-3894.
Fonte: Portal de Periódicos da CAPES – 23/09/19


Brasil desperdiça o potencial de sua biodiversidade, um ativo único e inigualável

Benefícios são muitos, porém pouco aproveitados e muito ameaçados, segundo documento preparado por 85 pesquisadores brasileiros


O Brasil tem a maior biodiversidade do mundo — isso, todo mundo já sabe. Mas e daí? O que o País ganha com isso? Maior segurança alimentar, energética, hídrica e climática; proteção contra erosão, enchentes, deslizamentos e outros desastres socioambientais; proteção natural contra pragas no campo e doenças nas cidades; potencial para a descoberta de novos fármacos, cosméticos e outros produtos naturais; preservação de culturas, saberes e costumes de populações tradicionais; paisagens belíssimas; incontáveis oportunidades de negócios ligadas ao ecoturismo, lazer e bem-estar social. Tá bom, ou quer mais?
Esses são alguns exemplos dos serviços prestados gratuitamente pela natureza à sociedade, descritos no primeiro diagnóstico da Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (BPBES, na sigla em inglês), divulgado no início deste mês. 
Produzido por um grupo de 85 pesquisadores ao longo de quatro anos, o documento, de quase 200 páginas, traz um resumo contextualizado do melhor conhecimento disponível sobre o patrimônio natural brasileiro e os serviços que ele presta à sociedade, desde o nível de espécies individuais (como as abelhas, que produzem mel e polinizam plantações) até o de ecossistemas inteiros (como as florestas, que produzem chuva e estocam carbono, ou os manguezais, que protegem a costa da erosão e servem de berçário para diversos peixes e crustáceos de importância social e comercial).
Clique aqui para baixar a íntegra do documento: Diagnóstico Brasileiro de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos.   Leia texto na íntegra.   Fonte: Jornal da USP - 20/09/19









sexta-feira, 20 de setembro de 2019

A taxonomia da Ciência Aberta


O que é o Plano U: acesso universal à pesquisa científica via preprints?

O Plano U foi apresentado publicamente em junho por Richard Sever, John Inglis e Michael Eisen em uma comunicação na revista PLOS Biology. Os dois primeiros são cofundadores do servidor de preprints bioRxiv operados pelo Cold Spring Harbor Laboratory; Eisen é fundador do periódico PLOS Biology e editor-chefe da eLife. Estas são todas iniciativas sem fins lucrativos de publicações de acesso aberto em pesquisa biomédica.
Como muitas outras iniciativas e propostas, o objetivo é criar um mecanismo bem-sucedido e de baixo custo para prover acesso aberto aos resultados da pesquisa. A estratégia do Plano U é separar a disseminação dos manuscritos do processo de avaliação e certificação atualmente usado por periódicos e, assim, acelerar o avanço do conhecimento científico, permitindo que outros pesquisadores possam continuar a trabalhar sobre os resultados publicados em servidores de preprints. O que eles aspiram é que as agências de fomento à pesquisa estabeleçam como requisito obrigatório para a concessão de fundos que os resultados sejam publicados em servidores de preprints. Isso explica o significado do “U” do plano (“universal”).  Leia mais  Fonte: SciELO em Perspectiva

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Ciência aberta e o novo modus operandi de comunicar pesquisa

Considerando a importância de se aprofundar os conhecimentos a respeito do conceito e os desafios da Ciência Aberta, reproduzimos aqui a matéria publicada recentemente no Blog SciELO em duas partes, de autoria de Abel L. Packer e Solange Santos

Ciência Aberta  -   Parte I   |   Parte II
A Ciência Aberta pleiteia uma transformação considerável essencialmente enriquecedora do tradicional modus operandi de fomentar, projetar, realizar e, particularmente, comunicar pesquisa. 
O objetivo é privilegiar a natureza colaborativa da pesquisa e democratizar o acesso e uso do conhecimento científico. Ela abarca um conjunto de práticas, entre as quais, destacamos:
  • disponibilização em acesso aberto dos dados, métodos de análise e códigos de programas e outros materiais utilizados na pesquisa, assim como dos resultados obtidos para viabilizar a preservação, reprodutibilidade e reusabilidade dos dados;
  •  rapidez na comunicação dos artigos como fator chave no avanço do conhecimento científico, mediante a adoção da modalidade preprint, que é uma versão completa do artigo científico depositada pelos autores em um servidor público de preprints, antes do envio a um periódico para avaliação da publicação. Os preprints se posicionam assim, como início formal do fluxo de publicação dos artigos e dotam os autores de maior controle da comunicação;
  •  transparência e abertura progressiva nos processos de avaliação de manuscritos por pares envolvendo relações e interações entre autores, editores e pareceristas.
Embora conceitos de Ciência Aberta sempre estiveram presentes na evolução da ciência, o movimento atual é produto da web e, mais precisamente, da sua capacidade de promover a desintermediação nos processos de acesso e comunicação de informação e a interoperabilidade entre conteúdos.  Fonte: SciELO em Perspectiva - 12/09/19

22 dicas avançadas para fazer uma pesquisa no Google

Você já imaginou como seria sua vida sem o Google? Parece inacreditável, mas há pouco mais de duas décadas, antes do chamado boom da internet, as pessoas eram obrigadas a fazer pesquisas em livros ou consultar especialistas quando tinham dúvidas acerca de algum tema.
Hoje tudo é facilitado pelo mecanismo de busca e as respostas para qualquer tipo de pergunta está a um clique de distância.
Porém, apesar de parecer simples, há um complicado mecanismo de algoritmo e inteligência humana por detrás de uma única busca.
Nesse artigo, serão reveladas as melhores dicas avançadas para realizar uma pesquisa no Google 
e tornar mais precisos os resultados.
Afinal, há uma infinidade de recursos disponíveis que podem facilitar sua vida na hora de procurar exatamente o que procura.  Veja as dicas.  

Plataformas de compartilhamento de documentos


quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Serrapilheira lança terceira Chamada Pública de Apoio à Pesquisa

Até 24 jovens pesquisadores que façam grandes perguntas fundamentais em suas áreas serão apoiados com R$ 100 mil. As inscrições vão de 18 de novembro a 18 de dezembro de 2019

O Instituto Serrapilheira lança nesta quarta-feira, 18 de setembro, a sua terceira Chamada Pública de Apoio à Pesquisa Científica. O objetivo é selecionar até 24 jovens pesquisadores que façam grandes perguntas nas áreas de Ciências Naturais, Ciência da Computação e Matemática. Os contemplados receberão grants de até R$ 100 mil, cada.
Como nas chamadas anteriores, o Serrapilheira procura pesquisadores criativos com perguntas ambiciosas que busquem, sobretudo, compreender as questões fundamentais da ciência, ainda que os projetos envolvam estratégias de risco. Por acreditar que a diversidade é essencial para uma ciência de qualidade por promover a pluralidade de ideias, o instituto encoraja a candidatura de mulheres, pessoas negras e de outros grupos sub-representados.
Os requsitos são que o candidato tenha vínculo permanente com alguma instituição de pesquisa no Brasil e que tenha concluído o doutorado entre 1º de janeiro de 2012 a 31 de dezembro de 2017.   Leia mais.  Fonte: Jornal da Ciência - 18/09/19

USP divulga resultado do Prêmio Novas Lideranças

A Pró-Reitoria de Pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) divulgou o resultado do Prêmio Excelência para Novas Lideranças, concedido a docentes com até 40 anos de idade que se destacam pelo impacto de sua pesquisa científica, artística ou cultural.
Os vencedores das oito categorias têm ou já tiveram apoio da FAPESP. Os escolhidos em “Ciências Agrárias”, “Ciências Biológicas”, “Ciências da Saúde” e “Ciências Exatas e da Terra” foram, respectivamente: Hudson Wallace Pereira de Carvalho, do Centro de Energia Nuclear na Agricultura da USP; José Donato Junnior, do Instituto de Ciências Biomédicas da USP; Gabriel Lima Barros de Araujo, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP; e Tiago Pereira da SIlva, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP de São Carlos.
A pró-reitoria recebeu 37 inscrições. As propostas foram analisadas por uma comissão avaliadora composta por 24 pesquisadores externos, representantes de todas as áreas do conhecimento, levando em conta o impacto científico ou social e a relevância das atividades de pesquisa para o desenvolvimento de seu campo de estudos, para a visibilidade da pesquisa realizada na universidade e para a interação da USP com a sociedade.
Cada docente selecionado receberá um prêmio no valor de R$ 15 mil. A cerimônia será no dia 8 de novembro de 2019, às 14 horas, na Sala do Conselho Universitário da USP, em São Paulo.
Mais informações:https://bit.ly/2kofzpD.   Fonte: Agência FAPESP – 18/09/19

Veja dicas para aproveitar melhor a internet wi-fi em casa

Saiba como medir a intensidade do sinal e os melhores lugares para deixar o seu roteador, a fim de melhorar a qualidade da conexão sem fio

Para aproveitar melhor a internet de casa não basta apenas escolher um bom equipamento, mas é preciso levar em consideração alguns cuidados essenciais para se obter a melhor qualidade do sinal do wi-fi.

Onde posicionar o roteador?
O roteador deve estar posicionado num local livre de obstáculos, preferencialmente no cômodo onde a rede será acessada na maior parte do tempo. Quanto mais escondido o aparelho estiver, menor será o alcance do sinal e a estabilidade da conexão.
Por isso, evite instalar o roteador dentro de balcões, atrás de utensílios de decoração, debaixo de prateleiras, etc. E é bom que ele fique longe da base do telefone sem fio.
A altura em que ele for posicionado também contribui para uma melhor propagação do sinal: mais alto é melhor, mas o que prevalece é a ausência de obstáculos.

Alcance do sinal
O protocolo wireless disponível nos roteadores mais modernos pode atingir cerca de 400 metros de distância em ambiente aberto. Na prática, esse alcance é significativamente menor por causa de obstáculos e interferências.
Em locais com diversos ambientes separados por paredes, o ideal é recorrer a um repetidor de sinal. Esse dispositivo deve ser instalado na posição em que o sinal original chega com a melhor intensidade. Como 
saber qual é? Em qualquer aparelho que conecte na rede wireless, verifique o ícone que indica a intensidade do sinal.   Leia mais.   Fonte: G1 - 18/09/19




Ferramentas facilitam prestação de contas e avaliação da produção científica na USP

Dois sistemas de gerenciamento foram desenvolvidos na USP buscando facilitar e modernizar etapas burocráticas que envolvem a pesquisa científica

A tecnologia é capaz de apresentar soluções para minimizar trâmites burocráticos que envolvem as atividades científicas, permitindo ao pesquisador destinar seu tempo para o que é mais importante: produzir ciência. Pesquisadores assumem uma sobrecarga extra de trabalho ao ter que gerenciar aportes vultosos de recursos financeiros vindos de agências de fomento que exigem, no decorrer da pesquisa, a elaboração de relatórios, prestação de contas, assinatura de cheques, realização de compras, além de entradas e saídas de dinheiro. Para facilitar e modernizar algumas dessas etapas, a Superintendência de Tecnologia da Informação (STI) da USP, a pedido da Pró-Reitoria de Pesquisa (PRP) da USP, desenvolveu dois sistemas de gerenciamento de pesquisas: o Gestão da Informação de Projetos (GIP) e o WeR_USP.
Os dois sistemas serão utilizados prioritariamente pela PRP, porém, podem ser compartilhados pelas outras pró-reitorias da USP, pelas unidades de ensino e pesquisa da Universidade e, em breve, passarão a ter vínculos também com as agências de fomento – a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
O GIP, que está sendo utilizado em fase piloto por sete unidades da USP, tem o objetivo de reduzir o tempo gasto pelo pesquisador na prestação de contas das atividades financeiras dos projetos de pesquisa e, ao mesmo tempo, informar à PRP o status financeiro dos projetos em andamento. O WeR_USP, que já está disponível a todos os pesquisadores da Universidade, funciona como um visualizador dos indicadores de produção bibliográfica (com base nas informações da Plataforma Lattes), citações (com base nas informações do Google Scholar, Scopus e Web of Science) e número de teses e dissertações na USP.  Confira o site.  Fonte: Jornal da USP