terça-feira, 17 de setembro de 2019

Comunidade acadêmico-científica brasileira tem acesso a bases de dados do IIASA

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro sediou, nos dias 5 e 6 de setembro, a conferência regional Systems Analysis and the Americas. O encontro contribuiu com o fortalecimento da parceria entre a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e
o Instituto Internacional de Análise de Sistemas Aplicados (International Institute for Applied Systems Analysis – IIASA). A comunidade acadêmica brasileira tem acesso gratuito a 
24 bases de dados de referências, estatísticas e outros materiais desse instituto.
O instituto tem como missão fornecer informações e orientações para a elaboração de políticas mundiais relacionadas a problemas globais por meio de análise de sistemas aplicados, com o objetivo de melhorar o bem-estar humano e social e proteger 
meio ambiente. As pesquisas do IIASA possuem três focos: energia e mudanças climáticas; alimentos e água; e pobreza e equidade.  Fonte: Portal de Periódicos da CAPES - 17/09/19

Quais os caminhos para a digitalização?

“Governos, setor privado e o terceiro setor devem buscar iniciativas no sentido de se acelerar o processo de digitalização”, opinam Francisco Gaetani, da Ebape/FGV e Virgilio Almeida, do Berkman Klein Center da Universidade de Harvard 


Entre o reducionismo tecnológico e o ludismo digital, a resposta é curta e simples. O caminho para o futuro passa por preparar a sociedade para o avanço digital. Crianças, jovens, trabalhadores, terceira idade, todos, devem ser preparados para as exigências do século 21. Um artigo recente publicado na prestigiosa revista “Nature” aponta seis transformações fundamentais para os países alcançarem os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, propostos na Agenda 2030 das Nações Unidas. A transformação de número seis baseia-se na ampla adoção das tecnologias digitais, também conhecidas como Quarta Revolução Industrial, que incluem inteligência artificial, internet das coisas, 5G e big data.
As tecnologias digitais trazem inovação e disrupção a quase todos setores da economia e sociedade, como agricultura, mineração, manufatura, varejo, serviços, finanças, saúde, mídia, educação, ciência, governos e até mesmo a política. Seus benefícios podem ser sumarizados no aumento de produtividade, redução de custos de produção, diminuição de perdas nos processos produtivos, possibilidade de monitorar e proteger ecossistemas, além de criar condições para acelerar os processos de inovação.
Para cada problema público ou individual temos a impressão que há uma solução digital.
No processo de digitalização da sociedade, podemos agrupar os indivíduos em duas categorias, aqueles que são “empurrados’’ para o mundo digital e aqueles que querem fazer parte desse novo mundo. Ambos tem de ser preparados para que o país tenha uma força de trabalho mais qualificada para as novas exigências. Não há como evitar o mundo digital, por várias razões. Caixas eletrônicos, smartphones e serviços online não perguntaram às pessoas se estavam interessadas em mudar seus hábitos.
A queda nos preços de equipamentos, softwares e serviços facilitou a conectividade de empresas e indivíduos a todo ciberespaço. Ainda que desigual e diferenciado do ponto de vista de região, classe social e poder de compra, este acesso é potencializado pela expansão da economia informal. À medida que a tecnologia vai se tornando mais amigável às pessoas, ela se torna mais sedutora e indispensável. A empregabilidade e o empreendedorismo são fatores chaves na determinação das pessoas de todas as idades, que sabem que se quiserem ter uma chance neste mundo que emerge em bases digitais elas precisam se (re)qualificar.
O Brasil não vai sair do buraco em que se encontra se não encontrar vetores de convergência que tragam ganhos e benefícios a todos cidadãos. A digitalização é uma destas forças capazes de aglutinar atores de múltiplas tendências, regiões e interesses em torno de uma causa comum. Governos, setor privado e o terceiro setor devem buscar iniciativas no sentido de se acelerar este processo, que deve ser um movimento de massa e integrador em todo território nacional.
Ela é uma das forças capazes de reunir atores de múltiplas tendências, regiões e interesses em torno de causa comum.  Fonte: Valor Econômico - 17/09/19

Brasil está em 13ª em produção de artigos, mostra relatório

Produzido pela plataforma Web of Science, estudo mostra que somente em 2018 pesquisadores brasileiros publicaram mais de 50 mil artigos

O Brasil mantém a 13ª posição no mundo em termos de produção de artigos e revisões de pesquisa, logo atrás da Índia (10º) e da Coréia do Sul (12º), porém à frente da Rússia (15º) e da África do Sul (21º) – países que compõem o BRICS ao lado do Brasil. Os dados constam do Relatório “A Pesquisa no Brasil: Promovendo a Excelência”, realizado pela plataforma Web of Science Group, segmento da Clarivate Analytics. O relatório foi apresentado no dia 4 de setembro.
O estudo fornece uma análise da pesquisa científica brasileira em um contexto global, contemplando trabalhos publicados entre 2013 e 2018, destacando a importância das colaborações internacionais e da indústria no impacto e na visibilidade da pesquisa nacional.
Somente em 2018, pesquisadores brasileiros publicaram mais de 50 mil artigos. O crescimento da produção em 2018 é 30% superior aos anos anteriores observados, além de ser o dobro da média global. O relatório indica ainda que existem bolsões de excelência em termos de impacto de citação nas áreas de Ciências da Vida, Física e Engenharias.
Outra informação apresentada é sobre a colaboração internacional. Entre 2013 e 2018, a comunidade científica brasileira colaborou com pesquisadores de 205 países. Aproximadamente um terço dos cientistas brasileiros são coautores de trabalhos internacionais.
A colaboração industrial também tem destaque. De acordo com o levantamento, as estratégias para promover ações conjuntas com a atividade industrial já apresentam resultados referentes ao número de artigos publicados: 81% das publicações articuladas nessa esfera no período de 2015 a 2017 são de colaborações entre universidades públicas e a indústria.   Fonte: Jornal da Ciência - 16/09/19




segunda-feira, 16 de setembro de 2019


Política de copyright e de auto-arquivo de editores

Informações no site: http://sherpa.ac.uk/romeo/index.php?la=pt

Diretório de políticas editoriais das revistas científicas brasileiras

Para que serve o Diadorim?
O Diadorim serve para localizar informações sobre as políticas editoriais de acesso e armazenamento das revistas científicas brasileiras para armazenamento e acesso em repositórios institucionais. É um serviço voltado para os autores, editores de revistas e para gestores de repositórios institucionais.
>> Para os autores:
Serve para que os autores saibam se a revista em que pretendem publicar suas pesquisas permite o armazenamento e acesso de uma cópia de seu artigo em repositórios institucionais. Desta forma, os autores podem selecionar uma revista científica que atende as suas necessidades específicas.
>> Para os editores:
Serve para que os editores informem ou estabeleçam a política editorial de suas revistas no que diz respeito ao acesso, armazenamento e condições de uso em repositórios institucionais. Divulgando a política editorial, a possibilidade de devido cumprimento do acordo estabelecido entre autores e editores torna-se mais fácil, uma vez que se torna mais conhecido.

Como funciona o sistema de cores?
O sistema de cores funciona para categorizar as políticas editoriais segundo a permissão de armazenamento e acesso dos artigos em RI. Existem quatro categorias para as permissões, são elas:
Amarelapermite o armazenamento e acesso da versão pré-print de um artigo. Nesta categoria estão as revistas que permitem que os RI armazenem cópia dos seus artigos somente na versão pré-print (versão do artigo submetida ou não à revista e que, portanto, ainda não passou pelo processo de avaliação).
Azulpermite o armazenamento e acesso da versão pós-print de um artigo. Nesta categoria estão as revistas que permitem que os RI armazenem cópia dos seus artigos, somente na versão pós-print (versão do artigo avaliada pela revista e corrigida pelo autor, que foi ou não publicada).
Branca: apresenta restrições para o depósito das versões pré-print e pós-print de um artigo.
Verdepermite o armazenamento e acesso das versões pré-print e pós-print de um artigo. Nesta categoria estão as revistas que permitem que os RI armazenem cópia dos seus artigos, tanto a versão pré-print como a versão pós-print.

Por que o Diadorim usa este sistema de cores para categorizar as políticas?
Porque este é o sistema mais utilizado internacionalmente para categorizar as políticas editoriais das revistas científicas. O sistema foi criado pelo diretório Sherpa/Romeo, que é um serviço similar ao Diadorim, mas tem o foco na região europeia.  Informações no site.

Uso do Sistema Originality Check (TURNITIN)

O que é Turnitin
É uma ferramenta de apoio a detecção de plágio.
Quem pode acessar
Docente credenciado em Programa de Pós-Graduação stricto sensu. Todos os orientadores 
serão incluídos na plataforma e receberão um e-mail do sistema.
Como acessar
Passo 1: Usuário recebe email com senha temporária de acesso 
Passo 2: Aceitar os termos do Acordo de Usuário
Passo 3: Adicionar Aula
Passo 4: Adicionar Trabalho 

Passo 5: Gerar Relatório de Similaridade
Disponibilidade
Não há limitação de quantidade de textos para análise.

Tutorial
Clique aqui e para acessar o Tutorial Ilustrado passo a passo. (Formato PDF)

Representação do conceito de Ciência Aberta
Um guarda-chuva abarcando as práticas independentes tornou-se a mais popular
entre as imagens de representação do conceito de Ciência Aberta

Open Science





domingo, 15 de setembro de 2019

Relatório bibliométrico revela desempenho e tendências da pesquisa brasileira


O Web of Science Group, segmento da Clarivate Analytics, disponibilizou esta semana o relatório Research in Brazil: Funding Excellence, que fornece uma análise da pesquisa científica brasileira em um contexto global. O documento contempla trabalhos publicados entre 2013 e 2018, destacando a importância das colaborações internacionais e da indústria no impacto e na visibilidade da pesquisa nacional.
Os dados apontam que o Brasil mantém a 13ª posição no mundo em termos de produção de artigos e revisões de pesquisa (com base no conteúdo indexado na plataforma Web of Science), logo atrás da Índia (10º) e da Coréia do Sul (12º), porém à frente da Rússia (15º) e da África do Sul (21º) – países que compõem o BRICS ao lado do Brasil.

Somente em 2018, pesquisadores brasileiros publicaram mais de 50 mil artigos. O crescimento da produção em 2018 é 30% superior aos anos anteriores observados, além de ser o dobro da média global. O relatório indica ainda que existem bolsões de excelência em termos de impacto de citação nas áreas de Ciências da Vida, Física e Engenharias.
Outra informação apresentada é sobre a colaboração internacional. Entre 2013 e 2018, a comunidade científica brasileira colaborou com pesquisadores de 205 países. Aproximadamente um terço dos cientistas brasileiros são coautores de trabalhos internacionais.  
Leia mais.  
Fonte: Portal de Periódicos da CAPES - 13/09/19

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Biblioteca Mundial de Teses e Dissertações


Você sabia que existe uma Biblioteca Mundial de Teses e Dissertações onde é possível obter a maior parte dos textos completos? Pesquise as 5.840.084 teses e dissertações eletrônicas contidas no arquivo NDLTD, incluindo teses e dissertações do Brasil. Confira em: http://search.ndltd.org
Fonte: Agência USP de Gestão da Informação Acadêmica - 13/09/19



quinta-feira, 12 de setembro de 2019



USP mantém liderança entre universidades latino-americanas


A consultoria britânica Times Higher Education (THE) divulgou hoje, dia 11 de setembro, o World University Rankings 2020, que classificou as 1.396 melhores instituições de ensino superior do mundo. No topo da lista estão a Universidade de Oxford (1º lugar), o Instituto de Tecnologia da Califórnia (2º) e a Universidade de Cambridge (3º). Das dez primeiras posições, sete são norte-americanas e três são britânicas.
A USP é a universidade latino-americana mais bem avaliada. Permanecendo no mesmo grupo em que foi classificada no ano passado, entre as posições 251-300, a USP se iguala a instituições como a Universidade da Califórnia – Riverside (EUA), a Universidade de Surrey (Reino Unido) e o Instituto de Tecnologia de Tóquio (Japão).
Nessa 16ª edição, o ranking avaliou mais de 1.800 instituições de ensino superior de 92 países. 
A avaliação levou em conta 13 indicadores, agrupados em cinco categorias: ambiente de ensino, inovação, internacionalização, pesquisa (volume, investimento e reputação) e citações (influência 
da pesquisa).  Leia mais Fonte: Jornal da USP - 11/09/19

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

CNPq lança aplicativo para celular

O aplicativo já está disponível na Play Store (para Android), e em breve estará, também, na Apple Store (para iPhones)

No processo de transformação digital e modernização dos sistemas o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) lança uma nova ferramenta de comunicação que já está disponível para uso em aparelhos de celular. O aplicativo pode ser usado por todas as pessoas que possuem currículo cadastrado na Plataforma Lattes e os usuários poderão receber mensagens sobre novas chamadas públicas de pesquisa, prazo de inscrição, concessão de bolsas e auxílios, além de diversas outras interações. Com o aplicativo, será possível, também, acessar o Currículo Lattes e compartilhar suas informações.
O aplicativo já está disponível na Play Store (para o sistema operacional Android), e em breve estará, também, na Apple Store (para iPhones).
Esta é a primeira versão do aplicativo que está em constante evolução para atendimento das necessidades dos usuários e já estão em desenvolvimento novas funcionalidades.  Alguns desses aprimoramentos estão previstos para os próximos meses, tais como: edição do currículo Lattes a partir do App, classificar as mensagens (notícias, alertas, editais), marcar preferências por assunto (áreas do conhecimento) para receber comunicações e configurações de notificações, identificação de localização do usuário e mapas com localidades de instituições de ensino e outros locais relevantes, assinatura de termos de aceite de bolsa e projetos via mensagem, saldo do cartão pesquisador, notificação de resultados de processos de seleção de fomento, demonstrativo de IR para download ou compartilhamento, abertura de chamado no assistente virtual Lattes, chat para dúvidas, pesquisa com os usuários para novas funcionalidades, entre outros.  
Fonte: CNPq - 10/09/19

Combustível para inovação

Estabilidade no financiamento estimulou as universidades estaduais paulistas a investir em cooperação com empresas e transferência de tecnologia

Os 30 anos de autonomia financeira das três universidades estaduais paulistas coincidem com o período em que elas ampliaram a proteção da propriedade intelectual gerada por seus pesquisadores, multiplicaram a cooperação com o setor produtivo e incentivaram a formação de empresas de base tecnológica. Na década de 1980, já eram frequentes colaborações de pesquisa entre as empresas e as universidades de São Paulo (USP), Estadual de Campinas (Unicamp) e Estadual Paulista (Unesp). Mas a conquista de um percentual fixo da arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para financiar o trio de instituições, em 1989, teve influência em sua capacidade de produzir inovações com impacto econômico na sociedade. “Uma condição essencial para uma universidade cooperar com empresas é a de ter uma pesquisa vigorosa. E a autonomia financeira foi a chave para ampliar a produção científica das universidades estaduais paulistas”, diz o físico Marcos Nogueira Martins, diretor da Agência USP de Inovação, referindo-se ao aumento do número de publicações científicas das três instituições, que cresceu 16 vezes ao longo das últimas três décadas.
Dados sobre a ciência produzida em parceria com empresas demonstram essa evolução. Em 1989, pouco mais de 0,5% da produção científica da USP indexada na base Web of Science tinha como coautores pesquisadores vinculados a empresas. Já em 2017, a proporção era de 2,7%. Já a taxa observada na Unicamp evoluiu de 1,5% para 2,5% no mesmo período, enquanto a Unesp partiu de zero em 1989 para perto de 2% de artigos em coautoria com pesquisadores de empresas em 2017. 


Um estudo encomendado no ano passado pela Associação Brasileira da Propriedade Intelectual (ABPI) com base em 4 milhões de currículos da plataforma Lattes mostrou que, em um universo de 15,6 mil pesquisadores brasileiros que informaram atividade no campo da proteção da propriedade intelectual, mais de 84,5% exibiam uma produtividade acadêmica elevada, com média de 27 artigos publicados. As três estaduais paulistas se destacam nesse estudo: entre os 11,4 mil pesquisadores e inventores de todo o país que tiveram alguma patente concedida, 7,3% trabalhavam na USP, 4% na Unicamp e 2,3% na Unesp.  Leia maisFonte: Revista Pesquisa FAPESP - setembro 2019

Pró-Reitoria de Pós-Graduação divulga vídeos premiados em concurso

Prêmio Vídeo Pós-Graduação USP reconhece produções audiovisuais elaboradas por alunos de mestrado e doutorado

A Pró-Reitoria de Pós-Graduação divulgou as dez produções premiadas na primeira edição do Prêmio Vídeo Pós-Graduação USP,  que reconhece os melhores vídeos sobre as pesquisas realizadas por alunos de mestrado e doutorado da USP.
Nos vídeos premiados, com duração de até três minutos, os alunos tinham como missão apresentar o tema e o impacto de suas pesquisas na pós-graduação. Foram agraciadas as produções em cada uma das dez grandes áreas de conhecimento (Ciências Agrárias; Ciências Biológicas; Ciências Exatas e da Terra; Ciências da Saúde I; Ciências da Saúde II; Engenharias; Ciências Humanas; Linguística, Letras e Artes; Multidisciplinar; Ciências Sociais Aplicadas).
Os 167 vídeos inscritos na competição foram avaliados por comissões julgadoras formadas por docentes da USP para cada uma das dez áreas de premiação.
Os vencedores receberão R$ 5 mil e o orientador do aluno também será contemplado com recursos disponibilizados através do orçamento da Unidade para custeio de até R$ 1 mil.  No dia 13 de setembro, durante a cerimônia de comemoração dos 50 anos da pós-graduação, será escolhido o vídeo de maior destaque, entre os dez já selecionados, e seu autor receberá um prêmio adicional de R$ 5 mil.
“O objetivo é incentivar a capacidade de comunicação, estimular a constante busca pela excelência na pesquisa e divulgar em mídias sociais as teses e dissertações que estão sendo desenvolvidas na USP, para que a sociedade possa conhecer melhor o trabalho realizado pelos nossos alunos e orientadores”, explica o pró-reitor de Pós-Graduação, Carlos Gilberto Carlotti Junior.   
Fonte: Jornal da USP - 09/09/19

terça-feira, 10 de setembro de 2019



USP cria programa inédito voltado para doutores recém-titulados

Programa de Atração e Retenção de Talentos oferece ao pós-doutorando a oportunidade de desenvolver suas competências no ensino da graduação

A partir do próximo dia 9 de setembro, estão abertas as inscrições para os doutores recém-titulados, de todas as áreas do conhecimento, interessados em participar do Programa de Atração e Retenção de Talentos (Part) da USP. Trata-se de um projeto inédito da Universidade que tem como objetivo oferecer ao pós-doutorando a oportunidade de desenvolver suas competências e habilidades no ensino da graduação.
Os candidatos selecionados serão contratados como docentes da USP, por prazo determinado de um ano (prorrogável por mais 12 meses), na função de professor colaborador e com jornada de trabalho de oito horas semanais. O salário será de R$ 1.279,15, mais auxílio-alimentação no valor de R$ 870,00. Serão oferecidas 250 vagas.
“O programa tem como objetivo valorizar os doutores recém-titulados nas atividades voltadas para a sua formação com relação ao aspecto acadêmico, que está relacionada ao ensino de graduação”, afirma o vice-reitor da Universidade e coordenador do programa, Antonio Carlos Hernandes.
Podem se candidatar doutores que estejam regularmente inscritos no Programa de Pós-Doutorado da USP e que tenham obtido o título há menos de sete anos. O interessado deverá apresentar um projeto de pesquisa, avaliado e validado pela Comissão de Pesquisa de sua Unidade, Museu ou Instituto Especializado e que esteja em concordância com o projeto acadêmico institucional ou do Departamento.
Para Hernandes, “esse engajamento sempre foi uma demanda dos pós-doutorandos, para que pudessem ministrar e ser responsáveis por disciplinas de graduação. Esperamos que, por serem pessoas jovens, tenham uma interação com os alunos de maneira que tragam inovações, uma nova linguagem, uma nova maneira de atuar na formação de nossos estudantes de graduação”.
Atualmente, a USP possui cerca de 2.400 pós-doutorandos.
As inscrições poderão ser feitas até o dia 7 de outubro no sistema corporativo da Universidade. A lista de documentos necessários está disponível no edital do programa.
A seleção será feita pelo Comitê Gestor do programa e divulgada no dia 8 de novembro no site da Pró-Reitoria de Pesquisa. A vigência do contrato terá início no dia 10 de janeiro de 2020.  
Fonte: Jornal da USP - 06/09/19

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Cadastre seu currículo no Lattes



Sua Universidade tem ISNI ID? A USP tem!


À medida que os sistemas digitais de descoberta e distribuição de conteúdo crescem, aumenta também a necessidade de uma identificação inequívoca das pessoas e das partes interessadas (stakeholders) que trocam informações e conteúdos. Na cadeia de suprimentos de informações, incluindo a cadeia de publicações científicas, identificar corretamente pessoas, documentos e organizações tem sido um dos maiores desafios. 
Há uma crescente conscientização sobre a necessidade de utilizar identificadores únicos para troca de informações acadêmicas e científicas. O uso de identificadores comerciais para recursos como livros (International Standard Book Number – ISBN) e revistas (International Standard Serial Number – ISSN) há muito tempo se tornaram padrão e têm sido eficientes em gerenciar com sucesso a cadeia de suprimentos de materiais publicados. O Digital Object Identifier (DOI) é hoje o identificador digital de documentos mundialmente aceito. Pesquisadores utilizam identificadores digitais como ORCiD, ResearcherID, Scopus Author ID, Google ID e Lattes ID (Brasil). 
Do ponto de vista das Organizações, o imperativo de padronização e inequívoca identificação também é consenso e o International Standard Name Identifier (ISNI) é o padrão global certificado pela ISO 27729 para identificar organizações e indivíduos envolvidos com a cadeia de suprimentos de informação e mídia, bem como na cadeia de suprimentos científicos e acadêmicos (scholarly supply chain).  Saiba mais.  Fonte: SIBiUSP